Painho, Mainha
Meu Amigo e Meu irmão
Vozinho e Vozinha
Escutem meu coração
Não importa o que não escondeu
não importa como te chamo
quero apenas o amor teu
retribuição porque te amo
Estarei sempre contigo
Como seu anjo da guarda
Mesmo que só te digo
através da Retroguarda
Só estou te contando sem dizer
por saber como você é
Ainda tenho medo de viver
mas por favor, tenha fé
Te mantenho a salvo sempre
E jamais serás esquecido
Parece que saíste do meu ventre
mas nunca terás falecido
Estejas nas estrelas ou no submundo
Extinto, esquecido e solitário
Da poesia és oriundo
Pra ajudar, sou voluntário.
Somos um conjunto de jovens com almas artísticas unidas para distribuir tudo o que pudermos e acrescentar arte e (especialmente) poemas repletos de indagações, reflexões e sentimentos para todos os momentos.
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quarta-feira, 5 de março de 2014
Esse é o meu amor
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quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Dawn of the feeling.
Um copo de whisky, a fumaça de um cigarro,
Ambos matam-me e aquecem-me nessa noite em claro.
Aquecem junto com o som do velho violão.
Cordas velhas ainda tocam o coração.
Tons menores e dedilhado ardente sucedem-se,
Enquanto a imensidão brilhante do céu me envolve.
Enche meus olhos de água e emoção.
Perfeita sintonia entre um homem e seu violão.
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terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Analisando o Andarilho Urbano.
O andarilho urbano
Que estuda as ruas,
Forma seu pensamento,
Com álcool em sua mente obscura.
Que estuda as ruas,
Forma seu pensamento,
Com álcool em sua mente obscura.
Obscura não por morbidez,
Obscura por não passar lucidez.
Ideais da mais pura insanidade,
Paz interna através da simplicidade?
Obscura por não passar lucidez.
Ideais da mais pura insanidade,
Paz interna através da simplicidade?
Não passa de um louco, logo digo.
Um jovem em pouco tempo enlouquecido.
Carrega sua cheia e suja barba pela cidade.
Enquanto perde o avanço da humanidade.
Um jovem em pouco tempo enlouquecido.
Carrega sua cheia e suja barba pela cidade.
Enquanto perde o avanço da humanidade.
...Apesar de uma voz no vento ecoar,
Ocupar o local e sempre me perguntar:
É desse avanço que vós realmente precisais?
Ocupar o local e sempre me perguntar:
É desse avanço que vós realmente precisais?
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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Minhas Vidas Digitais
Sou influente um imperador.
Todos são meros peões
Controlo todos eles,
Com o clicar de um botão.
Sou um poderoso Berserker.
Massacro hordas inteiras,
Apenas apertando um botão.
Ninguém escapa de minha fúria.
Sou piloto das ruas.
O mais rápido da cidade
Fugindo da autoridade...
Fugindo da realidade.
Sou um fuzileiro naval.
Com uma incrível precisão,
De um jovem asmático, com calo na mão,
Destruo o mal espacial.
Eu sou tudo isso
E nada disso.
Quem realmente sou?
Todos são meros peões
Controlo todos eles,
Com o clicar de um botão.
Sou um poderoso Berserker.
Massacro hordas inteiras,
Apenas apertando um botão.
Ninguém escapa de minha fúria.
Sou piloto das ruas.
O mais rápido da cidade
Fugindo da autoridade...
Fugindo da realidade.
Sou um fuzileiro naval.
Com uma incrível precisão,
De um jovem asmático, com calo na mão,
Destruo o mal espacial.
Eu sou tudo isso
E nada disso.
Quem realmente sou?
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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
Pedra dos Sábios
A verdadeira Pedra dos Sábios,
Revela o seu verdadeiro Ser.
Não enriquece no plano material,
Porém produz o Ouro Divino do Espírito.
Alcançar a iluminação da aura,
O despertar do corpo elétrico,
Trazer a Divina Luz do Sol ao mundo...
O mundo de uma nova era.
Revela o seu verdadeiro Ser.
Não enriquece no plano material,
Porém produz o Ouro Divino do Espírito.
Alcançar a iluminação da aura,
O despertar do corpo elétrico,
Trazer a Divina Luz do Sol ao mundo...
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segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Medo do escuro
Olhos na noite,
Formas estranhas,
Surgem diante de mim.
Demônios espalhados pela sala,
Gritando em minha mente.
Pensar em algo agradável,
E logo torna-se perturbador.
Tento achar luz no caminho,
Até chegar o dia.
Formas estranhas,
Surgem diante de mim.
Demônios espalhados pela sala,
Gritando em minha mente.
Pensar em algo agradável,
E logo torna-se perturbador.
Tento achar luz no caminho,
Até chegar o dia.
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quinta-feira, 26 de setembro de 2013
Eu sou a civilização humana.
Eu sou a civilização humana,
Que cresce constantemente,
Que como um todo nunca para,
Que internamente entra em conflitos,
Que desentende-se sempre,
Que sem comunhão comigo,
Morrerei por minha própria causa,
Pelas névoas do "progresso",
Pelas nuvens radioativas.
Quando me destruirei o suficiente,
E finalmente perceberei,
A hora de mudar...
Que cresce constantemente,
Que como um todo nunca para,
Que internamente entra em conflitos,
Que desentende-se sempre,
Que sem comunhão comigo,
Morrerei por minha própria causa,
Pelas névoas do "progresso",
Pelas nuvens radioativas.
Quando me destruirei o suficiente,
E finalmente perceberei,
A hora de mudar...
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quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Amor pela luz
Perdido na fria floresta,
Nenhum sinal de sorte.
Mas ao longo eu vejo,
Que brilhante luz que enturva?
A viciante luz guia-me,
Para lugar qualquer.
Era tão brilhante,
Que me impedia movimento...
Se não o de seguí-la
A luz no chão guia-me a um lago,
Onde uma alma perdida enfim podia,
Descansar em paz e esperar enquanto o Sol nascia.
A paz foi perdida devido a um ser no lago...
Fiquei em determinado momento assustado,
Não conhecia ao exato aquele lugar,
Mesmo tendo lembranças diversas dele.
Mas o que submerge da água não era um demônio
Não era um monstro, nem mesmo um ser lendário.
O ser que aparece junto a mim,
Emerge das água com rapidez,
É você, minha estrela sensual,
Minha paixão, platônica, porém única.
Nenhum sinal de sorte.
Mas ao longo eu vejo,
Que brilhante luz que enturva?
A viciante luz guia-me,
Para lugar qualquer.
Era tão brilhante,
Que me impedia movimento...
Se não o de seguí-la
A luz no chão guia-me a um lago,
Onde uma alma perdida enfim podia,
Descansar em paz e esperar enquanto o Sol nascia.
A paz foi perdida devido a um ser no lago...
Fiquei em determinado momento assustado,
Não conhecia ao exato aquele lugar,
Mesmo tendo lembranças diversas dele.
Mas o que submerge da água não era um demônio
Não era um monstro, nem mesmo um ser lendário.
O ser que aparece junto a mim,
Emerge das água com rapidez,
É você, minha estrela sensual,
Minha paixão, platônica, porém única.
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quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Lúcida inlucidez.
Fogo em todos os cantos.
Crianças ao fundo gritando
Pertubando meu sono.
Dois belos comprimidos
E volto ao meu leito.
Venho a sopitar.
Dentro do sonho
Sinto-me perseguido
Por um ser deformado
Maligno...
Tento fugir deste demônio
Correndo por um corredor infinito
Repleto de espelhos, fogo e espinhos.
Olho para trás
Não há mais nada atrás de mim.
Retomo o fôlego
Olho por um fragmento de um espelho
Eu sou o demônio do qual eu fugia.
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terça-feira, 6 de agosto de 2013
Aquela casa
Naquela casa, minha nova vida surgiu.
Naquela casa, me sentia sozinho.
Não haviam os que poderia ser chamados amigos.
Uma das mães conversa comigo.
Até hoje posso sentir por ela...
Por elas, inesgotável carinho.
Aquela casa, onde minha mente expandia
Os conhecimentos viam em minha cabeça.
Aquela casa, onde pude manter uma feliz infância,
Casa que pude também tornar minha mente sã.
Como dói em mim ao olhar hoje aquela casa.
Todos aqueles anos incríveis, agora apenas na memória.
A casa que conheci os primeiros,
Os mesmos que hoje chamo de grandes amigos.
Gostaria de poder voltar mais uma vez lá.
Na expectativa de mais uma vez poder ver,
Minhas dóceis mães
Poder voltar lá e ver retornar,
Nostágilco encanto.
Naquela casa, me sentia sozinho.
Não haviam os que poderia ser chamados amigos.
Uma das mães conversa comigo.
Até hoje posso sentir por ela...
Por elas, inesgotável carinho.
Aquela casa, onde minha mente expandia
Os conhecimentos viam em minha cabeça.
Aquela casa, onde pude manter uma feliz infância,
Casa que pude também tornar minha mente sã.
Como dói em mim ao olhar hoje aquela casa.
Todos aqueles anos incríveis, agora apenas na memória.
A casa que conheci os primeiros,
Os mesmos que hoje chamo de grandes amigos.
Gostaria de poder voltar mais uma vez lá.
Na expectativa de mais uma vez poder ver,
Minhas dóceis mães
Poder voltar lá e ver retornar,
Nostágilco encanto.
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sexta-feira, 7 de junho de 2013
Sonho... Beijo da estrela...
Não posso imaginar como foi acontecer.
Até ontem, sentia-me numa relação amigável,
Hoje, penso o dia inteiro em você,
Com um sentimento extraordinário.
Uma bela luz para meus olhos.
Tão próxima em minha mente,
Mas tão distante fisicamente,
Deixando-me com frio...
Oh, visão da mais pura perfeição,
Fonte clara de minha inspiração.
Minha bela e brilhante estrela... não se afaste,
Para que um dia eu tente me aproximar...
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segunda-feira, 3 de junho de 2013
Café
E enquanto a água do café ferve,
Tento retomar os textos.
Mas do que poderia falar?
Vida, morte,
Amor, ódio,
Transcendência.
E de tanto pensar, resolvi falar de café.
Elixir da concentração e descontração.
Reúne amigos em amistosas conversas.
Quatro da manhã e ainda acordado?
Até o fim da tarde, o café lhe deixará energizado.
E no tempo em que um pequeno texto é redigido,
O café quase queima na cafeteira.
Tento retomar os textos.
Mas do que poderia falar?
Vida, morte,
Amor, ódio,
Transcendência.
E de tanto pensar, resolvi falar de café.
Elixir da concentração e descontração.
Reúne amigos em amistosas conversas.
Quatro da manhã e ainda acordado?
Até o fim da tarde, o café lhe deixará energizado.
E no tempo em que um pequeno texto é redigido,
O café quase queima na cafeteira.
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sábado, 11 de maio de 2013
Infância
Oh! Saudades dos tempos da infância.
Tempos cobertos de alegria e de ignorância.
Tempos em que um pedaço de pau não era só um pedaço de pau.
Em que se podia jogar toda sua imaginação para o alto sem ser julgado louco.
Em que a imagem do pai e da mãe era tão poderosas,
Podendo mandar ótimas recompensas ou até mesmo castigos impiedosos (em nossa mente tão infantil).
Saudades de quando não tinha de se acordar extremamente cedo aos sábados,
Que podíamos acordar a qualquer hora e brincar o dia inteiro.
Isso é... quando não deixava-se acumular as tarefas da semana para o fim de semana.
Oh! Saudades...
Tempos cobertos de alegria e de ignorância.
Tempos em que um pedaço de pau não era só um pedaço de pau.
Em que se podia jogar toda sua imaginação para o alto sem ser julgado louco.
Em que a imagem do pai e da mãe era tão poderosas,
Podendo mandar ótimas recompensas ou até mesmo castigos impiedosos (em nossa mente tão infantil).
Saudades de quando não tinha de se acordar extremamente cedo aos sábados,
Que podíamos acordar a qualquer hora e brincar o dia inteiro.
Isso é... quando não deixava-se acumular as tarefas da semana para o fim de semana.
Oh! Saudades...
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quinta-feira, 2 de maio de 2013
Hairuwulf
Hairuwulf, O Berserker.
Lutando unicamente por Odin.
Um lobo solitário, munido de espada apenas.
Isso seu próprio nome já demonstra.
Tomado por inexplicado frenesi,
Os inimigos congelam diante de ti.
Hairuwulf, foragido de Niflheim,
Mostrando o poder de Lynsverd,
Oh, poderosa Espada dos Raios.
Esta facilmente carrega consigo as almas dos inimigos,
Para Musphelhein, ou para a deixada de lado Niflheim.
Hairwulf, lobo de luz que carrega A Espada,
Talvez um tanto distante de alcançar Valhala,
Mas sua eterna bravura te carregará até o fim.
Apenas caminhe e encare seu destino,
O Ragnarök já está por vir.
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quinta-feira, 25 de abril de 2013
Pensamentos e diálogos d'uma tarde no café
Uma lácrima no olho ou nos lábios
Estou sendo torturada ao máximo
Tenho uma vida pela frente, com morte no fim
Lembranças neutras de uma vida sem sal
Na mesa redonda, cabeças que falam
Bolsos, chapéis e dinheiro, acabando
O café sugando minhas forças e minha vida
Na bilheteria do trem da vida, deuses e monstros
Rir da desgraça, só
Sonhos todas as noites, sem intervalo
Me fecho em portas entreabertas
E sonho com a minha cadela
Saiu. Saiu e foi com o vento, ao vento, pro infinito
Caiu, a cabeça latejando, era libertador
Isso é muito complexo
Janelas ao redor. Sem luz, mesmo assim
A perfeição não é deste mundo
Eu acordo pra ficar doidão
Macrocosmo e microcosmo resultam no mesmo
Comendo petit-gateau, acabei raspando o prato
Elementar, meu caro julgador
Copo, mesa, pai, amor e sexo e mais um café, por favor (que se dane o por favor, me dá essa merda)
Meu relógio e meus anéis incomodam, mas não os tiro
Dadá era um menino muito inteligente
Não consuma ácido
E além disso, preciso ligar para o meu pai
Bora, precisamos de agilidade
Não, não, não, não...
Preciso de uma dose grande de insulina! Me deem logo!
A cabra do meu avô comeu os próprios filhotes
Dama na rua, selvagem na cama
Ame quem não te ama!
Quero ir pra casa
Não era lua, nem bananeira, era a mãe de Pedro Bó!
Celular toca a todo segundo... em minha mente
Cadê meus óculos escuros? Eu sou uma planária!
Sem ideias. Mente vazia, oca
Mais uma xícara, por favor
Acabei de começar a pensar
Este silêncio deixa-me surdo
Os cavalos estão vindo, então é melhor correr!
Acabou.
Mas já?
Créditos: Nós todos, seres retroguardianos e nossa querida amiga Rhaíssa Feitosa, comemorando um mês de textos e poemas.
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segunda-feira, 22 de abril de 2013
Amor... estranho. Amor?
E então não nos falamos enquanto próximos.
Mas é algo tão engraçado,
Dias passam, oportunidades se vão,
E sinto não só que a quero,
Sinto que preciso dela em meu coração.
Cada palavra deixada de lado,
Enquanto o tempo, rapidamente,
Preenchia o lago da vida com vazio.
Por que não posso simplesmente dizer,
"Ei, não gosto de você, adoro você."?
Por que não parece criar esperança?
Enquanto isso, me loucura acorda.
Essa tamanha distância logo acaba.
Estaremos juntos após eu terminar...
Nossa profunda e inseparável cova.
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Música
O piano,
A guitarra,
O violão,
Exprimindo nosso interior.
Os dedos, as palhetas,
Todos escorregando sobre o instrumento em perfeita harmonia.
O artista, passando todo seu sentimento para as cordas tensas.
Os legatos, distorcidos arpejos, arranjos de teclado.
Nasce a música, entende-se sua expressão, enquanto o público contempla.
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Somos um.
Então você espera realmente,
Contar com aquela pessoa para sempre.
Por ti apenas sinto pena.
Nada é para sempre.
Nem você mesmo é infinito,
Imagine aquele que se diz seu amigo.
Aquele mesmo amigo que diz,
"Resolva sua vida, rapaz",
Mas o mesmo não ajuda
O mesmo amigo não dá proposta.
Amigo, ao invés de simplesmente dizer,
"Vá cuidar de seu futuro",
Não transforma essa frase?
Não modifica o comum "te cuida",
Por um "Cuidarei de ti" ?
Não quero simplesmente me organizar,
Quero NOS organizar...
Como apenas um, irmos seguindo,
Enquanto a lua serena continua sorrindo.
Contar com aquela pessoa para sempre.
Por ti apenas sinto pena.
Nada é para sempre.
Nem você mesmo é infinito,
Imagine aquele que se diz seu amigo.
Aquele mesmo amigo que diz,
"Resolva sua vida, rapaz",
Mas o mesmo não ajuda
O mesmo amigo não dá proposta.
Amigo, ao invés de simplesmente dizer,
"Vá cuidar de seu futuro",
Não transforma essa frase?
Não modifica o comum "te cuida",
Por um "Cuidarei de ti" ?
Não quero simplesmente me organizar,
Quero NOS organizar...
Como apenas um, irmos seguindo,
Enquanto a lua serena continua sorrindo.
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quarta-feira, 10 de abril de 2013
Retorno ao puro
Carros a toda hora
Televisões, jornais
Todos mostrando suas tragédias.
Todo maldito dia.
Trabalho, revolta, assaltos, miséria.
Apenas desejo fugir desta deprimente rotina
Rotina do cidadão contemporâneo,
Da globalização, da falsa liberdade.
Quero apenas fugir.
Na divina floresta residir.
Apenas o puro é o que quero sentir,
Ao mesmo tempo em que em conjunto
Ar, Água, Animais naquele pedaço de mundo
Façam com que eu possa aproveitar.
A poderosa energia das plantas,
Que minha alma quer tanto se conectar.
Sentir todo o microcosmo, todo o macrocosmo,
Fluindo de forma harmonicamente imperfeita.
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terça-feira, 9 de abril de 2013
Ciclo
Em uma rua, no meio da noite, falta luz e um vulto estranho vem em minha direção. Eu desesperadamente corro. Corre até parar em um beco sem saída. Eu apenas fecho os olhos, choro e rezo. Você sabe como rezar, mas aquele vulto não queria ir embora. Após tantas preces para que aquilo que me amedrontava fosse embora, começava o silêncio. Ao abrir lentamente os olhos, você vê durante poucos segundos, uma moça angelical que possuía uma aura de cor azul-celeste envolvendo-a. Sua pálida porém perfeita face. Suas asas como as de uma borboleta. Espírito divino. Que eu, envolvido pelo meu medo, apenas ignorei. Ignorei tão divina presença em minha frente materializada. Sei que estará lá algum momento. Quando largar meus medos na sarjeta e apenas como admirador da beleza, sentarei e esperarei... O que faz aquela pobre alma em uma rua tão escura? Devo guiá-la...
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