Mostrando postagens com marcador paz. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador paz. Mostrar todas as postagens

terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Analisando o Andarilho Urbano.

O andarilho urbano
Que estuda as ruas,
Forma seu pensamento,
Com álcool em sua mente obscura.

Obscura não por morbidez,
Obscura por não passar lucidez.
Ideais da mais pura insanidade,
Paz interna através da simplicidade?

Não passa de um louco, logo digo.
Um jovem em pouco tempo enlouquecido.
Carrega sua cheia e suja barba pela cidade.
Enquanto perde o avanço da humanidade.

...Apesar de uma voz no vento ecoar,
Ocupar o local e sempre me perguntar:
É desse avanço que vós realmente precisais?

terça-feira, 19 de novembro de 2013

Gardênia

Em lugares distantes,
Em sua mais pura essência,
Brota-se uma gardênia.
Uma flor rubiácea,
Das mais belas flores brancas.

Gananciosa gardênia,
Traz falsas esperanças ao amor secreto.
Quantos amantes já não a entregaram
Com seus corações cheios de esperança?

Mesmo em tempos mais rigorosos,
Sua beleza e plenitude nunca acabam.
Bela gardênia mostre-me como ser tão forte quanto ti!

Sua alma exala perfumes mais intensos,
Trazendo paz e tranquilidade aos homens.
Como consegues ser tão perfeita?

Em tempos ocultos, seu valor era inigualável.
Consagrada e magnífica.
Traz harmonia a quem acredita
E admiração a quem procura.


quinta-feira, 19 de setembro de 2013

Amor pela luz

Perdido na fria floresta,
Nenhum sinal de sorte.
Mas ao longo eu vejo,
Que brilhante luz que enturva?

A viciante luz guia-me,
Para lugar qualquer.
Era tão brilhante,
Que me impedia movimento...
Se não o de seguí-la

A luz no chão guia-me a um lago,
Onde uma alma perdida enfim podia,
Descansar em paz e esperar enquanto o Sol nascia.
A paz foi perdida devido a um ser no lago...

Fiquei em determinado momento assustado,
Não conhecia ao exato aquele lugar,
Mesmo tendo lembranças diversas dele.
Mas o que submerge da água não era um demônio
Não era um monstro, nem mesmo um ser lendário.

O ser que aparece junto a mim,
Emerge das água com rapidez,
É você, minha estrela sensual,
Minha paixão, platônica, porém única.

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Lúcida inlucidez.

Fogo em todos os cantos.
Crianças ao fundo gritando
Pertubando meu sono.

Dois belos comprimidos
E volto ao meu leito.
Venho a sopitar.

Dentro do sonho
Sinto-me perseguido
Por um ser deformado
Maligno...

Tento fugir deste demônio
Correndo por um corredor infinito
Repleto de espelhos, fogo e espinhos.

Olho para trás
Não há mais nada atrás de mim.
Retomo o fôlego
Olho por um fragmento de um espelho
Eu sou o demônio do qual eu fugia.


sexta-feira, 19 de julho de 2013

Mundo Paralelo

     Há momentos em que eu vou para outro lugar, um lugar não físico, o lugar dos meus sonhos. Mas eu não controlo esses momentos, eles dependem do vento, da paisagem ou de uma sensação qualquer. Momentos assim acontecem quando eu sinto o vento bater no meu rosto, quando sinto o calor do sol atingir minha pele, quando sinto o cheiro de rosas vir de um jardim, ou o doce perfume que ele usa, quando escuto uma música suave, ou o som da natureza, ou a voz dele sussurrar no meu ouvido, quando vejo o clarão das estrelas, ou o brilho no olhar dele.
     Eu me sinto sob a sombra de uma árvore com a luz do sol no horizonte. Ou então me sinto no topo de uma colina com o escuro da noite me envolvendo, com a beleza da lua e das estrelas. Se eu estou com ou sem ele nesse lugar? Não sei... na verdade, não importa. Eu estou tranquila, em paz.

sábado, 22 de junho de 2013

Esperança

      Eu estava caminhando em uma estrada de pedras brancas e pequenas, ao meu redor havia apenas vazio. Que lugar era aquele? Fechando os olhos, continuei a caminhar sem preocupações, me senti conduzida pela brisa que passava no caminho e segui com um breve sorriso. Será que morri? Era uma paz indescritível.
       De repente, tive a impressão que algo estava próximo, quando abri os olhos... Uma floresta. Não tenho muitas palavras para descrevê-la, suas árvores eram... Magníficas. Seus troncos eram extremamente negros, seus galhos eram longos e cobertos de flores. Elas eram tão frágeis, semelhantes a uma flor de cerejeira, só que esbranquiçadas. Quando o vento as soprava, era como se ele as chamassem para uma valsa, conduzindo-as com uma linha em sintonia com o céu azul e límpido.
      E como uma miragem, uma moça sai de dentro da floresta caminhando lentamente em minha direção, tão bela... Cabelos castanhos e ondulados, pele branca, olhos claros, de um sorriso harmonioso. Um anjo talvez? Chegando a minha frente, ela sorriu e abraçou-me. Quem era ela? Sua voz era tão doce, logo começou a falar comigo como se me conhecesse. Eu a conheço também? Disse que estava feliz por me ver e ansiosa para o próximo passo. Que passo? E continuamos a conversar, a cada palavra dita por ela, era uma alegria sem explicações. Assim, a moça parou e olhou para mim sorrindo novamente, encostou a mão em minha face e disse: Agora está na hora de partir. Sentirei muito a sua falta... 
        Até uma próxima vez... Mãe.

        E eu acordara.       

quarta-feira, 3 de abril de 2013

Combate Interno

O estímulo entra no recinto!
Inicia-se o combate:

Inspira... 1
Expira... 2
Mantem distância... 3
Não joga nada... 4
Não xinga... 5
Não pensa... 6
Fecha os olhos... 7
Mantem a lucidez... 8
Não se mexe... 9
Conta 10...

O estímulo sai do recinto!
Paz restaurada.