Sou influente um imperador.
Todos são meros peões
Controlo todos eles,
Com o clicar de um botão.
Sou um poderoso Berserker.
Massacro hordas inteiras,
Apenas apertando um botão.
Ninguém escapa de minha fúria.
Sou piloto das ruas.
O mais rápido da cidade
Fugindo da autoridade...
Fugindo da realidade.
Sou um fuzileiro naval.
Com uma incrível precisão,
De um jovem asmático, com calo na mão,
Destruo o mal espacial.
Eu sou tudo isso
E nada disso.
Quem realmente sou?
Somos um conjunto de jovens com almas artísticas unidas para distribuir tudo o que pudermos e acrescentar arte e (especialmente) poemas repletos de indagações, reflexões e sentimentos para todos os momentos.
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segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
Minhas Vidas Digitais
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sábado, 16 de novembro de 2013
Chuva
Eu não gosto quando o céu chora
Quando as nuvens choram
Tudo cai e se destrói
A ferrugem me corrói...
Um homem de lata
De loucura que mata
E destrói
Desgosto o frio que traz
E o calor que faz
Que me deixa aqui
É tudo sobre isso
Você não sabe que é?
Sobre a solidão que odeio
E faz parte de mim
É a loucura pela qual choro
É o que me chega e eu devoro
É minha doença, minha virtude
Minha alma e minha saúde
O que me move e me comove
A chuva me perde
E é onde eu me encontro
Onde não sou homem qualquer
É onde me purifico
Me liberto
Me descamo
Onde eu odeio e amo
Tudo sem fim
Sou um pouco mais de mim
Sem um pingo de mistério
Apenas gotas que me limpam
Me revelam
Me destacam
Por milímetros cúbicos, sou eu mesmo
Quando as nuvens choram
Tudo cai e se destrói
A ferrugem me corrói...
Um homem de lata
De loucura que mata
E destrói
Desgosto o frio que traz
E o calor que faz
Que me deixa aqui
É tudo sobre isso
Você não sabe que é?
Sobre a solidão que odeio
E faz parte de mim
É a loucura pela qual choro
É o que me chega e eu devoro
É minha doença, minha virtude
Minha alma e minha saúde
O que me move e me comove
A chuva me perde
E é onde eu me encontro
Onde não sou homem qualquer
É onde me purifico
Me liberto
Me descamo
Onde eu odeio e amo
Tudo sem fim
Sou um pouco mais de mim
Sem um pingo de mistério
Apenas gotas que me limpam
Me revelam
Me destacam
Por milímetros cúbicos, sou eu mesmo
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
O eu poético
E agora eu sou meu eu
Nada confundível com um ateu
Mas que caminha lento e cabisbaixo
Enquanto ouve loucuras como "já morreu"
Proferidas sem pena de quem já desceu
Viu o inferno e voltou
E percebeu
O suicídio em que minh'alma mergulhou
Quando o vento levou
O mar afogou
O pulo esmagou
O sangue jorrou
Mas sou meu eu
Minha identidade poética
De caminhada sempre frenética
De mal gosto e má estética
De sentimentalismo e reação sintética
De fingimento que vem da genética
Carregando sempre nenhuma ética
Com situação sempre hipotética
E morro
Morri
De morte matada
Deixo meus sentimentos aí
Pra minha alma ser lavada
E o ciclo recomeçar
Eu, com esperança, me levantar
Com suspiros me admirar
E num piscar de olhos
A vida me matar
Nada confundível com um ateu
Mas que caminha lento e cabisbaixo
Enquanto ouve loucuras como "já morreu"
Proferidas sem pena de quem já desceu
Viu o inferno e voltou
E percebeu
O suicídio em que minh'alma mergulhou
Quando o vento levou
O mar afogou
O pulo esmagou
O sangue jorrou
Mas sou meu eu
Minha identidade poética
De caminhada sempre frenética
De mal gosto e má estética
De sentimentalismo e reação sintética
De fingimento que vem da genética
Carregando sempre nenhuma ética
Com situação sempre hipotética
E morro
Morri
De morte matada
Deixo meus sentimentos aí
Pra minha alma ser lavada
E o ciclo recomeçar
Eu, com esperança, me levantar
Com suspiros me admirar
E num piscar de olhos
A vida me matar
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Eu
Queria ter um diário
Pra relatar todos os acontecimentos
Sou um presidiário
Das minhas dores e tormentos
Nego meus problemas
Mostrados por minha espinha facial
Não são grandes dilemas
Mas sou muito emocional
Tenho objetivo
Quero ser latifundiário
Conquistando-te com um sorriso
Pra não ser mais solitário
Não me conhecem por aí
Mas não me chamo Lauro
Luto pelo amor e pra tua mente abrir
E por isso, sou um Dinossauro
Pra relatar todos os acontecimentos
Sou um presidiário
Das minhas dores e tormentos
Nego meus problemas
Mostrados por minha espinha facial
Não são grandes dilemas
Mas sou muito emocional
Tenho objetivo
Quero ser latifundiário
Conquistando-te com um sorriso
Pra não ser mais solitário
Não me conhecem por aí
Mas não me chamo Lauro
Luto pelo amor e pra tua mente abrir
E por isso, sou um Dinossauro
sábado, 4 de maio de 2013
Mais uma camada de gostosura
Eu sou lindo e maravilhoso
Sou gostoso e ainda é pouco
Sou legal com todos, acredito
A minha opinião é a melhor, ta dito.
Se eu te ofendo, é para te ajudar
Se te elogio, comigo podes andar
Não? Só existe quando eu digo
A menos que eu te diga para negar
A minha vida é uma nação
Minha palavra é lei, com razão
Pois sou o melhor do mundo
Quem duvida, procure a fundo
Mas quem sabe um pouco de maquiagem
Ainda tenho espinhas no rosto
Maquiagens e cirurgias...
Tudo uso e faço, a gosto
Agora sou lindo e maravilhoso
Sou gostoso e mais um pouco.
Sou gostoso e ainda é pouco
Sou legal com todos, acredito
A minha opinião é a melhor, ta dito.
Se eu te ofendo, é para te ajudar
Se te elogio, comigo podes andar
Não? Só existe quando eu digo
A menos que eu te diga para negar
A minha vida é uma nação
Minha palavra é lei, com razão
Pois sou o melhor do mundo
Quem duvida, procure a fundo
Mas quem sabe um pouco de maquiagem
Ainda tenho espinhas no rosto
Maquiagens e cirurgias...
Tudo uso e faço, a gosto
Agora sou lindo e maravilhoso
Sou gostoso e mais um pouco.
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