Numa folha qualquer
É como tudo começa.
As mãos dançam um balé
E os pensamentos confundem-se à beça.
De repente, aparece aquele desenho teu,
Nem sempre um auto-retrato.
Pode ser algo que alguém te leu,
Mas é um desenho de fato.
As linhas vão tomando forma,
Se juntam em forma escultural.
Não possuem exata norma,
O que realmente importa é o que se tem no final.
E aí, de agora, comece a se expressar.
Se te importa tal forma de arte, se empenhe,
Vamos artezar!
Artize, desenhe!
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