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terça-feira, 6 de agosto de 2013

Aquela casa

Naquela casa, minha nova vida surgiu.
Naquela casa, me sentia sozinho.
Não haviam os que poderia ser chamados amigos.
Uma das mães conversa comigo.
Até hoje posso sentir por ela...
Por elas, inesgotável carinho.

Aquela casa, onde minha mente expandia
Os conhecimentos viam em minha cabeça.
Aquela casa, onde pude manter uma feliz infância,
Casa que pude também tornar minha mente sã.

Como dói em mim ao olhar hoje aquela casa.
Todos aqueles anos incríveis, agora apenas na memória.
A casa que conheci os primeiros,
Os mesmos que hoje chamo de grandes amigos.

Gostaria de poder voltar mais uma vez lá.
Na expectativa de mais uma vez poder ver,
Minhas dóceis mães
Poder voltar lá e ver retornar,
Nostágilco encanto.

sábado, 6 de abril de 2013

Poema perdido!

Escrevi um poema e ele foi embora.
Esvaziei um pouco da minha alma e ela foi embora.
Se a encontrares, não deixe-a andando sozinha por aí.

Também já não peço por devolução pois esta já me foi a algum tempo.

Ah!! Que tragedia me ocorreu.
Como pude? Logo eu, perde-la de vista.
Talvez ela volte quem sabe um dia.

Ou tenha se encontrado nos braços de um soneto cafajeste.
Sorte daquele pedaço de alma, ingrata.

Mande lembranças se a vedes,
mas não diz que estou com saudades.
Se eu a ver, apenas acenarei com carinho e nostalgia.
Saudade do que era?
Saudade não. Apenas respeito.