Perdido na fria floresta,
Nenhum sinal de sorte.
Mas ao longo eu vejo,
Que brilhante luz que enturva?
A viciante luz guia-me,
Para lugar qualquer.
Era tão brilhante,
Que me impedia movimento...
Se não o de seguí-la
A luz no chão guia-me a um lago,
Onde uma alma perdida enfim podia,
Descansar em paz e esperar enquanto o Sol nascia.
A paz foi perdida devido a um ser no lago...
Fiquei em determinado momento assustado,
Não conhecia ao exato aquele lugar,
Mesmo tendo lembranças diversas dele.
Mas o que submerge da água não era um demônio
Não era um monstro, nem mesmo um ser lendário.
O ser que aparece junto a mim,
Emerge das água com rapidez,
É você, minha estrela sensual,
Minha paixão, platônica, porém única.
Somos um conjunto de jovens com almas artísticas unidas para distribuir tudo o que pudermos e acrescentar arte e (especialmente) poemas repletos de indagações, reflexões e sentimentos para todos os momentos.
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quinta-feira, 19 de setembro de 2013
Amor pela luz
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quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Lúcida inlucidez.
Fogo em todos os cantos.
Crianças ao fundo gritando
Pertubando meu sono.
Dois belos comprimidos
E volto ao meu leito.
Venho a sopitar.
Dentro do sonho
Sinto-me perseguido
Por um ser deformado
Maligno...
Tento fugir deste demônio
Correndo por um corredor infinito
Repleto de espelhos, fogo e espinhos.
Olho para trás
Não há mais nada atrás de mim.
Retomo o fôlego
Olho por um fragmento de um espelho
Eu sou o demônio do qual eu fugia.
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sábado, 20 de abril de 2013
Frente e trás das grades
Estou eu refletindo novamente
Sem saber qual é a verdade
Apenas se estou preso na mente
Ou se também preso nessa grade
Eu não quero estar dentro
E fora não quero estar
Eu queria liberdade
Uma que seja de verdade
Uma pra poder descansar
Onde a saída fica?
Desse ferro que me segura
Que a vida da gente estica
Pra uma longa vida escura
Não adianta mais procurar
Nem sei qual lado eu quero
A resposta está em todo o lugar
Pra ela aparecer eu espero
Por que gostar dessa segurança,
Se ela nos tira as verdades?
Ela quem limita a dança
Na frente ou atrás das grades.
Sem saber qual é a verdade
Apenas se estou preso na mente
Ou se também preso nessa grade
Eu não quero estar dentro
E fora não quero estar
Eu queria liberdade
Uma que seja de verdade
Uma pra poder descansar
Onde a saída fica?
Desse ferro que me segura
Que a vida da gente estica
Pra uma longa vida escura
Não adianta mais procurar
Nem sei qual lado eu quero
A resposta está em todo o lugar
Pra ela aparecer eu espero
Por que gostar dessa segurança,
Se ela nos tira as verdades?
Ela quem limita a dança
Na frente ou atrás das grades.
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