Eu não gosto quando o céu chora
Quando as nuvens choram
Tudo cai e se destrói
A ferrugem me corrói...
Um homem de lata
De loucura que mata
E destrói
Desgosto o frio que traz
E o calor que faz
Que me deixa aqui
É tudo sobre isso
Você não sabe que é?
Sobre a solidão que odeio
E faz parte de mim
É a loucura pela qual choro
É o que me chega e eu devoro
É minha doença, minha virtude
Minha alma e minha saúde
O que me move e me comove
A chuva me perde
E é onde eu me encontro
Onde não sou homem qualquer
É onde me purifico
Me liberto
Me descamo
Onde eu odeio e amo
Tudo sem fim
Sou um pouco mais de mim
Sem um pingo de mistério
Apenas gotas que me limpam
Me revelam
Me destacam
Por milímetros cúbicos, sou eu mesmo
Somos um conjunto de jovens com almas artísticas unidas para distribuir tudo o que pudermos e acrescentar arte e (especialmente) poemas repletos de indagações, reflexões e sentimentos para todos os momentos.
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sábado, 16 de novembro de 2013
segunda-feira, 28 de outubro de 2013
Eu vou
Eu vou contradizer o que você pensa
E quem vai sofrer é você
Quando perceber que de mim, não consegue despensa
E quando perceber
Que é sobre mim que seus pensamentos gritam
Vai surgir aquela esquizofrenia que chamam vulgarmente
De amor
Mas, calma
Isso é só desejo
Ao desfrutar algo tão bom
Pois te levarei ao paraíso
E isso te juro, sem temor
Depois, virá a amizade
E eu serei teu melhor
Dividiremos tudo, de segredos a sorvetes
E aí, chegará o inevitável
Eu, já estarei acomodado em teus afagos
E tu não conseguirá mais desgrudar das minhas palavras
E nos tornaremos necessitados de nós mesmos
Te farei várias resmas
Tu me ensinarás o que ainda preciso
E nós seremos harmonia
Par dançante
Em sincronia
Com o romance
Sem nostalgia
Mas ofegante
Do que pode vir do dia
Amanhante
E quem vai sofrer é você
Quando perceber que de mim, não consegue despensa
E quando perceber
Que é sobre mim que seus pensamentos gritam
Vai surgir aquela esquizofrenia que chamam vulgarmente
De amor
Mas, calma
Isso é só desejo
Ao desfrutar algo tão bom
Pois te levarei ao paraíso
E isso te juro, sem temor
Depois, virá a amizade
E eu serei teu melhor
Dividiremos tudo, de segredos a sorvetes
E aí, chegará o inevitável
Eu, já estarei acomodado em teus afagos
E tu não conseguirá mais desgrudar das minhas palavras
E nos tornaremos necessitados de nós mesmos
Te farei várias resmas
Tu me ensinarás o que ainda preciso
E nós seremos harmonia
Par dançante
Em sincronia
Com o romance
Sem nostalgia
Mas ofegante
Do que pode vir do dia
Amanhante
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Expressando-se... como?
Você sabe quando é amor assim que palavras deixam de ser o suficiente para você expressar o que sente. Você diz mais do que cinco mil palavras, escreve mais de cinquenta textos e cada um com mil palavras no mínimo, mas ainda assim você acha pouco. Então você fala mais, escreve mais, chega até a cantar, e ainda pensa "falta alguma coisa". Você pensa que não está se expressando bem e que devia falar mais, escrever mais... mas, o que falta afinal? É simples... a humanidade ainda tem um vocabulário pobre quando o assunto são os sentimentos. Por isso que muitas pessoas desistem de falar o que sentem e demonstram. Demonstram com gestos simples como um beijo, um abraço, ou até mesmo um sorriso, ou então com gestos mais complexos, como uma viagem só para estar perto daquele que ama, uma declaração bem planejada, ou até mesmo um pedido de casamento para viver a vida juntos.
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
Os lábios
Era uma noite manhã
Céu amarelo e branco
Brisas de chuva e calores de corpos
Olhares desejosos, penetrantes
Carícias sem vergonha e pulsações a mil
Pernas se cruzam
Narizes se tocam
Olhos se encontram
E lábios viram um só
Arrepios se prosseguem
Morde orelha, afaga cabelos
Entrelaça os dedos
Acaricia os pés
Tatos estão livres
As palavras são mais puras
E os batimentos também
Línguas se conhecem
Pescoços são fuzilados
E os lábios, viram um só
Céu amarelo e branco
Brisas de chuva e calores de corpos
Olhares desejosos, penetrantes
Carícias sem vergonha e pulsações a mil
Pernas se cruzam
Narizes se tocam
Olhos se encontram
E lábios viram um só
Arrepios se prosseguem
Morde orelha, afaga cabelos
Entrelaça os dedos
Acaricia os pés
Tatos estão livres
As palavras são mais puras
E os batimentos também
Línguas se conhecem
Pescoços são fuzilados
E os lábios, viram um só
segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Pensamentos esclarecidos
E desde que ouvi você falar,
Passou uma eternidade.
Quando contemplei teu sorriso sob o mar
Me libertei das futilidades.
Quando me ensinaste noite e dia
Tive uma epifania.
Quando estávamos juntos e anoiteceu,
Tudo se esclareceu.
Quando em ti pensei,
Vi que me apaixonei.
Quando me abandonaste na dor,
Percebi que era mesmo amor.
Passou uma eternidade.
Quando contemplei teu sorriso sob o mar
Me libertei das futilidades.
Quando me ensinaste noite e dia
Tive uma epifania.
Quando estávamos juntos e anoiteceu,
Tudo se esclareceu.
Quando em ti pensei,
Vi que me apaixonei.
Quando me abandonaste na dor,
Percebi que era mesmo amor.
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
Confusa omissão
Não há nada a acrescentar
Se eu era muito bobo a te amar
Deixo meu coração respirar
Minha mente bater em paz
Meus pulmões pensarem
Meus olhos gelarem
Minhas mãos olharem
Meu corpo ouvir
E meus ouvidos tremerem
Pra dizer que não sinto nada
Pois camuflar o amor
Sempre foi mais fácil e doloroso
Se eu era muito bobo a te amar
Deixo meu coração respirar
Minha mente bater em paz
Meus pulmões pensarem
Meus olhos gelarem
Minhas mãos olharem
Meu corpo ouvir
E meus ouvidos tremerem
Pra dizer que não sinto nada
Pois camuflar o amor
Sempre foi mais fácil e doloroso
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
A gente
Antes de me deparar com tal paisagem ambulante
Não sabia que existir referida coisa era possível
A surpresa ao me encontrar com algo tão incrível naquele instante
Tornou m ser calculadamente formoso em irresistível
Os olhares ao se tocarem envergonhados
Acenderam sentimento adormecido profundo
Imaginaram vidas conjuntas, lado a lado
Com amor e felicidade maiores que o mundo
Tempo acabou e ela foi embora
Encontros ao acaso nunca foram bons agentes
Mas sei que pros meus braços voltas sem demora
Pr'eu parar de ser eu e sermos a gente
Não sabia que existir referida coisa era possível
A surpresa ao me encontrar com algo tão incrível naquele instante
Tornou m ser calculadamente formoso em irresistível
Os olhares ao se tocarem envergonhados
Acenderam sentimento adormecido profundo
Imaginaram vidas conjuntas, lado a lado
Com amor e felicidade maiores que o mundo
Tempo acabou e ela foi embora
Encontros ao acaso nunca foram bons agentes
Mas sei que pros meus braços voltas sem demora
Pr'eu parar de ser eu e sermos a gente
sábado, 24 de agosto de 2013
Inspiração
Preciso de você pra me sustentar na vida
Pra pensar com mais clareza
E me confundir com mais sutileza
Pra me tirar a monotonia
Me levar pra tristeza ou alegria
Pra eu deixar de realeza
Volte pra mim e venha comigo
Viver a vida de muita ilusão
Estou esperando por você, inspiração
Pra pensar com mais clareza
E me confundir com mais sutileza
Pra me tirar a monotonia
Me levar pra tristeza ou alegria
Pra eu deixar de realeza
Volte pra mim e venha comigo
Viver a vida de muita ilusão
Estou esperando por você, inspiração
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Incomparável
Tu nunca acharás alguém tão bom quanto quem amas.
Dizem que há muitas outras pessoas muito mais legais por aí,
Mas estas não são suficientes.
Comparar uma pessoa com outra,
Quando não há grandes sentimentos envolvidos,
É tarefa simples.
Fala-se sobre cabelo, jeito de andar e vestir,
Jeito de falar ou escrever,
Jeito de pensar, cheiro, beleza,
Se é sociável ou não.
Mas quando o amor desliza pra dentro da situação,
As coisas ficam mais claras e mais delimitadas.
É aquela pessoa e tem que ser apenas ela.
Uma mistificação surge e se expande
E a pessoa vira incomparável.
Dizem que há muitas outras pessoas muito mais legais por aí,
Mas estas não são suficientes.
Comparar uma pessoa com outra,
Quando não há grandes sentimentos envolvidos,
É tarefa simples.
Fala-se sobre cabelo, jeito de andar e vestir,
Jeito de falar ou escrever,
Jeito de pensar, cheiro, beleza,
Se é sociável ou não.
Mas quando o amor desliza pra dentro da situação,
As coisas ficam mais claras e mais delimitadas.
É aquela pessoa e tem que ser apenas ela.
Uma mistificação surge e se expande
E a pessoa vira incomparável.
segunda-feira, 12 de agosto de 2013
Felicidade
Felicidade
Mocidade
Minha cidade
De tempestade
Minha vida
De ferocidade
Minha linda
De musicalidade
Uma deusa
Uma divindade
Minha tristeza
E infelicidade
Meu devaneio
E simplicidade
Vou te entregar
Com velocidade
Meu sacrifício
Ó santidade
E te fazer
Com toda vontade
Teus desejos e sonhos
Virarem realidade
E te fazer enxergar
Mesmo, de verdade
Aquilo que dizem e sentem
Como felicidade
Mocidade
Minha cidade
De tempestade
Minha vida
De ferocidade
Minha linda
De musicalidade
Uma deusa
Uma divindade
Minha tristeza
E infelicidade
Meu devaneio
E simplicidade
Vou te entregar
Com velocidade
Meu sacrifício
Ó santidade
E te fazer
Com toda vontade
Teus desejos e sonhos
Virarem realidade
E te fazer enxergar
Mesmo, de verdade
Aquilo que dizem e sentem
Como felicidade
domingo, 11 de agosto de 2013
Suicidou
Doce paixão
Doce ilusão
Enorme problema
Confuso dilema
Forte amor
Dilacerante dor
Ela deixou pra lá
Ele, suicidou
Doce ilusão
Enorme problema
Confuso dilema
Forte amor
Dilacerante dor
Ela deixou pra lá
Ele, suicidou
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
Atormente-se!
Sinta todo o escárnio que lhe passa
Toda a dor e sofrimento que te enlaça
Todo o abandono que se expõe no meio da praça
Toda a vida que tu dizes ser sem graça
E escolha sair por aí
Não precisa pegar uma barcaça
E decidir que a vida é uma desgraça
A mesma pedra que te estilhaça
Pode ser o seio que te abraça
Num futuro perto daqui
Dor até parece que é carraça
Adianta nem ir pra uma fornaça
Queimar uma imensa fumaça
Pois da tua carnaça
Ela há de ingerir
No máximo, recorra a uma cachaça
E quando avistar uma nevoaça
Pra reclamar, deixe de ser tão bocaça
Te mostrarei novo mundo, uma aguaça
Mas permito que te atormentes sim
Toda a dor e sofrimento que te enlaça
Todo o abandono que se expõe no meio da praça
Toda a vida que tu dizes ser sem graça
E escolha sair por aí
Não precisa pegar uma barcaça
E decidir que a vida é uma desgraça
A mesma pedra que te estilhaça
Pode ser o seio que te abraça
Num futuro perto daqui
Dor até parece que é carraça
Adianta nem ir pra uma fornaça
Queimar uma imensa fumaça
Pois da tua carnaça
Ela há de ingerir
No máximo, recorra a uma cachaça
E quando avistar uma nevoaça
Pra reclamar, deixe de ser tão bocaça
Te mostrarei novo mundo, uma aguaça
Mas permito que te atormentes sim
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Alegre-se!
Se bruscamente estás agitato
Seja mais cantabile
E cante con brio, affettuoso
Scherzando entra as notas
Maestoso
Se estás vivace
Sinta o amore
Con fuoco, mas dolce
São sentimentos que passam de adagio
Para moderato em forma de presto
E quando entram belos num andante
Te concedem o ar do allegro
Seja mais cantabile
E cante con brio, affettuoso
Scherzando entra as notas
Maestoso
Se estás vivace
Sinta o amore
Con fuoco, mas dolce
São sentimentos que passam de adagio
Para moderato em forma de presto
E quando entram belos num andante
Te concedem o ar do allegro
sexta-feira, 5 de julho de 2013
O retrô e os sentimentos
Além da autenticidade na forma de pensar, agir e querer,
Retrô é sentir autenticamente.
É ser diferente do que a sociedade define como sentimento.
É amar todos os dias, independente se é dia dos namorados,
natal,
ano novo,
dia da mentira,
aniversário de namoro, casamento,
aniversário de alguém.
É se preocupar com alguém todo dia,
toda hora.
É fazer coisas diferentes e definir o que o sentimento significa pra você.
Dizer se te faz suar frio,
se te faz tremer de nervosismo com as mão geladas.
É externar o que te passa na cabeça quando se está com alguém,
não importa se é namorada, marido, mulher, namorado, ficante,
até paixão platônica vale!
É se libertar de coisas materiais.
Matéria pouco tem valor, a não ser pelo grande investimento monetário feito.
O que importa mesmo, são os sentimentos,
tanto os que a pessoa te passa quanto os que você passa pra ela.
O que importa é o amor.
É amar.
É sentir.
E dane-se o resto!
Sinta, ame, enlouqueça.
Por que, a definição, como já dizia o filósofo, é burra.
Retrô é sentir autenticamente.
É ser diferente do que a sociedade define como sentimento.
É amar todos os dias, independente se é dia dos namorados,
natal,
ano novo,
dia da mentira,
aniversário de namoro, casamento,
aniversário de alguém.
É se preocupar com alguém todo dia,
toda hora.
É fazer coisas diferentes e definir o que o sentimento significa pra você.
Dizer se te faz suar frio,
se te faz tremer de nervosismo com as mão geladas.
É externar o que te passa na cabeça quando se está com alguém,
não importa se é namorada, marido, mulher, namorado, ficante,
até paixão platônica vale!
É se libertar de coisas materiais.
Matéria pouco tem valor, a não ser pelo grande investimento monetário feito.
O que importa mesmo, são os sentimentos,
tanto os que a pessoa te passa quanto os que você passa pra ela.
O que importa é o amor.
É amar.
É sentir.
E dane-se o resto!
Sinta, ame, enlouqueça.
Por que, a definição, como já dizia o filósofo, é burra.
terça-feira, 2 de julho de 2013
A primavera, as flores e suas abelhas
Como uma flor que se abre
É o poeta quando revela seu interior na poesia.
Se deixa levar,
Conquista o olhar e a atenção do leitor,
Faz o leitor refletir,
Parar,
Pensar,
Sentir,
Cativa com sua beleza.
E daí, se o leitor é como uma abelha,
Ele entra na poesia do poeta,
Se lambuza com todo o néctar
E vai embora.
Transporta a essência
E faz a poesia multiplicar.
E ela se prolifera lindamente
Quando a primavera chega.
A primavera já se foi,
Mas se voltar a ser como era antes,
Nada mais lindo...
Poesia pra todo lado.
Poeta se revelando por aí.
Isto sim é belo:
O poder que as pessoas têm de se expressar.
Algo que é próprio apenas do ser humano,
Ou ser poeta.
Mas todos somos.
Todos podemos.
Pena que poucos se importam.
É o poeta quando revela seu interior na poesia.
Se deixa levar,
Conquista o olhar e a atenção do leitor,
Faz o leitor refletir,
Parar,
Pensar,
Sentir,
Cativa com sua beleza.
E daí, se o leitor é como uma abelha,
Ele entra na poesia do poeta,
Se lambuza com todo o néctar
E vai embora.
Transporta a essência
E faz a poesia multiplicar.
E ela se prolifera lindamente
Quando a primavera chega.
A primavera já se foi,
Mas se voltar a ser como era antes,
Nada mais lindo...
Poesia pra todo lado.
Poeta se revelando por aí.
Isto sim é belo:
O poder que as pessoas têm de se expressar.
Algo que é próprio apenas do ser humano,
Ou ser poeta.
Mas todos somos.
Todos podemos.
Pena que poucos se importam.
sábado, 15 de junho de 2013
sexta-feira, 14 de junho de 2013
Uma história de amor e maldição
E ele correu, com o filme de seu passado sendo reproduzido por sua cabeça. Começava a sentir tudo de novo. Tudo que estava guardado no baú das lembranças, no sótão de sua mente. Não conseguia ignorar, e isso fez sua velocidade aumentar. Subiu as escadas, empurrou a porta violentamente e gritou no meio do aposento: "Amor?!". Paralisou-se diante do que havia deitado à sua frente. Numa cama de áurea dourada e lençóis reais, estava a Princesa, aquela que o havia amado e por quem ele tinha um amor incomensurável.
Sentiu desespero e pressa, tinha que fazer algo imediatamente. A Princesa estava presa numa maldição. Uma espécia de maldição em looping. Por mais que ela lutasse, encontrasse outros amores e se convencesse de que amava outro, ela não pararia de viver uma mentira. Sempre estaria presa ao amor de um homem e só seria liberta se o mesmo lhe correspondesse esse amor ou se amasse alguém e fosse amada verdadeiramente.
Como havia esperança por parte do tolo homem, ele decidiu arriscar. Chegou mais perto da cama e admirou a Princesa que estava adormecida. Sabia que a amava perdida e verdadeiramente e tudo que faltava para salvá-la era que ela sentisse o mesmo por ele. Aproximou-se e curvou-se, chegando mais perto para beijá-la. Parou a hesitação e a beijou calorosamente. Afastou seus lábios e a olhou nos olhos, ainda fechados. O desespero e a angústia lhe subiram a cabeça e, ao chegar nos olhos, transformaram-se em lágrimas sendo derramadas.
Foi aí que a Princesa acordou. Ele sorriu, ela se emocionou e abraçaram-se e beijaram-se. Nunca estiveram tão felizes na vida, pois agora, sabiam que amavam e eram amados com amor verdadeiro. Ele cochichou no pé do ouvido dela: "Eu te amo muito!". Ela se aproximou do ouvido dele e disse: "Eu tamb... Eu tam...". E ele sentiu aquela realidade se esvair, escapar entre seus dedos. Tudo ficou como um borrão e foi se desfazendo. A Princesa se apagou ao seu lado e ele sentiu que tudo aquilo era apenas um sonho.
E era. Tudo que tinha se passado era uma mentira, com exceção de seu amor pela Princesa, que era realmente verdadeiro. Em sua humilde casa, ele jazia no chão frio, abandonado. Estava preso na maldição do amor em looping e só a Princesa poderia salvá-lo. A Princesa que o amara um dia e que agora vivia feliz e casada com seu verdadeiro amor, no castelo do reino. Perdendo suas esperanças, rezou para que tudo acabasse de uma vez e ele se libertasse da dor e do amor que sentia. Sua visão começou a ficar borrada outra vez, só que agora ele acordaria do sonho da vida para a realidade da morte. Com seu mundo desbotando, ficou calmo e se entregou àquilo, até que ouviu a porta abrir violentamente e dela surgir um grito de desespero e esperança: "Amor?!".
sábado, 8 de junho de 2013
Fé no amor
Acreditaram que ia acontecer
Acreditamos que ia dar certo
Acreditamos que nosso sentimento amoroso era recíproco
Acreditamos que nosso futuro era brilhante
Acreditamos que seríamos felizes pra sempre
Acreditamos que nada ia nos separar
Acreditamos que não seria passageiro
Acreditaram que algo ruim ia acontecer
Acreditaram que estávamos errando
Acreditaram que o fim estava próximo
Acreditamos que passaríamos por isso
Acreditamos que nada estava dando certo
Acreditaste que era melhor findar
Acreditaste que não me amavas
Acreditaste que não era o momento certo
Acreditei que fiz tudo errado
Acreditei que não sou digno do amor
Acreditei que a dor nunca ia passar
Acreditei que voltarias
Acreditei que podia amar outra
Acreditei que dessa vez iria dar certo
Acreditei demais
Acreditei que passaria por isso fácil
Acreditei que outra oportunidade surgiria
Acreditei que tu me amarias outra vez
Acreditei que teríamos outra chance
Acreditei que tudo não estava perdido
Acreditei no impossível
Acreditei que o tempo vai nos juntar outra vez
Acreditei que não tenho mais chance
Acreditei que tu já fostes embora
Acreditei que o futuro nunca será aquele
E no que acredito agora?
Acreditamos que ia dar certo
Acreditamos que nosso sentimento amoroso era recíproco
Acreditamos que nosso futuro era brilhante
Acreditamos que seríamos felizes pra sempre
Acreditamos que nada ia nos separar
Acreditamos que não seria passageiro
Acreditaram que algo ruim ia acontecer
Acreditaram que estávamos errando
Acreditaram que o fim estava próximo
Acreditamos que passaríamos por isso
Acreditamos que nada estava dando certo
Acreditaste que era melhor findar
Acreditaste que não me amavas
Acreditaste que não era o momento certo
Acreditei que fiz tudo errado
Acreditei que não sou digno do amor
Acreditei que a dor nunca ia passar
Acreditei que voltarias
Acreditei que podia amar outra
Acreditei que dessa vez iria dar certo
Acreditei demais
Acreditei que passaria por isso fácil
Acreditei que outra oportunidade surgiria
Acreditei que tu me amarias outra vez
Acreditei que teríamos outra chance
Acreditei que tudo não estava perdido
Acreditei no impossível
Acreditei que o tempo vai nos juntar outra vez
Acreditei que não tenho mais chance
Acreditei que tu já fostes embora
Acreditei que o futuro nunca será aquele
E no que acredito agora?
sexta-feira, 7 de junho de 2013
Sonho... Beijo da estrela...
Não posso imaginar como foi acontecer.
Até ontem, sentia-me numa relação amigável,
Hoje, penso o dia inteiro em você,
Com um sentimento extraordinário.
Uma bela luz para meus olhos.
Tão próxima em minha mente,
Mas tão distante fisicamente,
Deixando-me com frio...
Oh, visão da mais pura perfeição,
Fonte clara de minha inspiração.
Minha bela e brilhante estrela... não se afaste,
Para que um dia eu tente me aproximar...
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sexta-feira, 24 de maio de 2013
É amor
Quê que é isso, meu deus?
Essa coisinha chata que me aperreia todo dia.
Esses pensamentos doidos que me perseguem.
Pensar nela do segundo que me acordo até o que eu pego no sono é normal, é?
E sentir ciúmes quando ela não me dá atenção?
E ficar feliz quando ela brinca comigo?
Oxe, nãm.
Sei o que é isso não, visse?
Vai ver é doença
Essa doidice que me persegue.
Ave maria!
Se isso for amor, pense num negócio desmantelado arretado!
Essa coisinha chata que me aperreia todo dia.
Esses pensamentos doidos que me perseguem.
Pensar nela do segundo que me acordo até o que eu pego no sono é normal, é?
E sentir ciúmes quando ela não me dá atenção?
E ficar feliz quando ela brinca comigo?
Oxe, nãm.
Sei o que é isso não, visse?
Vai ver é doença
Essa doidice que me persegue.
Ave maria!
Se isso for amor, pense num negócio desmantelado arretado!
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