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terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Analisando o Andarilho Urbano.

O andarilho urbano
Que estuda as ruas,
Forma seu pensamento,
Com álcool em sua mente obscura.

Obscura não por morbidez,
Obscura por não passar lucidez.
Ideais da mais pura insanidade,
Paz interna através da simplicidade?

Não passa de um louco, logo digo.
Um jovem em pouco tempo enlouquecido.
Carrega sua cheia e suja barba pela cidade.
Enquanto perde o avanço da humanidade.

...Apesar de uma voz no vento ecoar,
Ocupar o local e sempre me perguntar:
É desse avanço que vós realmente precisais?

sábado, 1 de junho de 2013

Respondendo ao Chamado

Fale-nos: por quê,
Humanos sem nexo,
Iriamos querer ser
Igualmente patéticos?

São nossas diferenças
Que nos identificam,
Desigualmente do que pensas,
Independente do que digam.

Nós não iremos mudar.
Mas bem-vindos vocês serão
Se quiserem fazer parte
De nossa população.

Vocês só precisam pensar
E dar sua opinião.
Não tenham medo de se expressar,
Pois conosco não há repreensão.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Chamando Seres Estranhos

Venha para a Terra.
Pise no chão.
Não deixe fluir
A sua imaginação.

Não diga o que pensa,
Seja igual à nós.
Ninguém aqui comenta,
Então guarde sua voz.

Seja humano
E saia do espaço.
Somos programados,
Somos feitos de aço.

Nos dizem o que fazer
E não nos deixam agir.
Capturaremos você.
Não há para onde fugir.