quinta-feira, 14 de agosto de 2014

Ai, ai, ai

Mil poemas não vão te agradar
Nem mesmo o maior buquê de rosas
E nem aquela coisa que você queria tanto
Surpresas agradáveis não vão
Ligações repentinas muito menos
Te "amos" vindos do nada
Sem hora para serem ditos
Esforços, não vão
E se eu te roubar um beijo?
Não, não.
Ai, coração
Não, não
E se eu disser que te levo em uma aventura?
Ah, não
E a maior das maiores loucuras?
Ãn ãn, não.
E
Não, "nana nina não"
Minhas tentativas furadas 
E o teu doce preferido? Trago de "monte"
Também não
Ô mulher, o que tu queres então?
Nada te apetece 
Nem mesmo meu silêncio feito prece
E o orgulho por você, eu mato
E você diz: "Não precisa!"
E nem que eu te diga: "Faço tudo por você, meu amor"
Nem sequer acreditas
"Precisa não!"
Ô, faço questão
"E pra que?"
Ô!