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sábado, 9 de novembro de 2013

Eu sei

O cheiro que me guarda e roga pelo pecado de te amar,
Chora e derrete sem querer esperar.
Minha fonte fecunda e finita pode acabar mais cedo,
Talvez nós não possamos desfrutar e viver no sossego.
O normal já não existe mais para mim,
Mas temos outros caminhos a seguir
E lágrimas ainda a derramar.
A felicidade pode ser possível.
Não duvides do que posso conquistar,
Os meus sonhos se tornam reais.
Eu vi, eu senti, eu sonhei.
Eu sei.

domingo, 3 de novembro de 2013

Infância

Imagino como seria ser adulto, nada mais fácil do que poderia ser.
Navego entre as mil maravilhas da minha imaginação.
Falo com meus amigos imaginários e vamos cantar uma canção!
Ânsia de ir à escola para brincar com meus amigos!
Nunca me preocupo com o que vai acontecer amanhã, mas será divertido!
Cadê minha caixa de brinquedos mãe? Já terminei a tarefa!
Indo mundo afora, agora sou um explorador! Posso sair para brincar?
Antes que a realidade interrompa e me mande parar.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

La vie

Il faut de la force pour survivre,
Intelligence d’avancer
Et les sentiments pour comprendre.

Cette lougue vie,
Appris très tôt que nous sommes seuls.
Seul à la naissance.
Seul à mourir.

Dans notre longue marche.
Trouver des amis.
Famille.
L’amour.
Mais encore,
La souffrance.

La douleur nous teste.
Pour preuve de vie,
Répétez ne jamais s’arrêter.

Nous sommes les enfants de la souffrance et de l'amour.
Nous continuons notre voyage vers um plus grand bien,
Et attendu une éternité pour votre arrivée.
La bonheur.

A Vida. (Tradução)

É preciso ter força para sobreviver,
Inteligência para seguir em frente
E sentimentos para compreender.

Nesta vida tão comprida,
Aprendemos desde cedo que estamos sozinhos.
Sozinhos ao nascer.
Sozinhos ao morrer.

Em nossa longa caminhada,
Encontramos amigos,
Família.
Amor.
Mas ainda assim,
O sofrimento.

A dor que nos testa
Para provas da vida,
Repetem para nunca mais parar.

Nós somos filhos do sofrer e do amar.
Seguimos a nossa jornada para um bem maior,
E esperamos eternamente pela sua chegada

A felicidade.

Obs: Não sou fluente em francês, mas tentei escrever corretamente.

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Felicidade

Felicidade
Mocidade
Minha cidade
De tempestade
Minha vida
De ferocidade
Minha linda
De musicalidade
Uma deusa
Uma divindade
Minha tristeza
E infelicidade
Meu devaneio
E simplicidade
Vou te entregar
Com velocidade
Meu sacrifício
Ó santidade
E te fazer
Com toda vontade
Teus desejos e sonhos
Virarem realidade
E te fazer enxergar
Mesmo, de verdade
Aquilo que dizem e sentem
Como felicidade

terça-feira, 25 de junho de 2013

Carta à amiga flor

Querida amiga flor,

     Não se contenha. Deixe-se levar. Seja subjetiva mesmo. Adoro como escreves apaixonada com suspiros de esperança e de amor. Adoro como vejo que acreditas (ou acreditavas) que irias ser feliz ao lado dele. Tuas poesias são de uma dor imensa por causa de uma dúvida eterna que ainda não desfizeste. Se tu acreditares e insistires, terás a resposta, em breve ou não. Mas acredito em quem tu és. Sei que irás conseguir ser feliz (comigo ou sem migo, como já dissemos antes) e serás a mais feliz de todo o jardim. 
     Tuas palavras são belas, delicadas e graciosas como tu és. Por vezes, não as entendo, mas assim és pra mim em vida real. Um certo enigma com ar de mistério. Poderes ocultos e sombrios... Mas sei que não és nada disso por dentro. Sei que por dentro és alva alma, que errou mas que sabe disso e se arrepende a cada novo passo. Melhoras a cada dia.
     Se tens tanta beleza por dentro, e sei que tu sabes disso, por que não te deixas desabrochar? Os autores são bem lembrados pelos seus toques de subjetividade aqui e ali, não se deve ter vergonha disso. Chegue e grite para o mundo quem tu és. Mostra teu belo interior. Desabroche, minha flor. Sei que tens vergonha, mas não podes esperar pela primavera para sempre. As primaveras estão passando todo ano e tu és a flor sozinha desse jardim. Se não desabrochas, nunca será primavera outra vez. 

domingo, 26 de maio de 2013

Sonhos

Já fugi com uma fada na Conde da Boa Vista
Corri pra não ser morto na Abdias
Me assustei com aranhas na parede de uma casa mal-assombrada
Dancei valsa no salão com Milady de vestido rosa
Vi um jogo de futebol quase agoniante
E por várias e várias vezes sonhei com nós dois
Infelizmente, eram sonhos que nunca tinham um fim completo
Sempre éramos interrompidos no meio da conversa
Ou no meio do clima
Ou no meio dos beijos
E no meio da felicidade
Pelo sol me iluminando a cara
Pelas portas da minha casa batendo
Pelos cachorros latindo
E, às vezes, por que era algo que eu queria que se tornasse verdade quando acordasse
Agora que parei pra pensar, nenhum desses sonhos sequer faz sentido
Nem mesmo o de nós dois juntos
Somos um passado distante e um futuro improvável
Mas, ah!
Se eu pudesse tornar esses sonhos em verdades
Te daria a fada
Correria pra te encontrar
Deixaria pra trás as casas e o futebol
Só pra dançar uma última valsa contigo

terça-feira, 16 de abril de 2013

Dança de amor e ódio


Tuas belezas naturais, ninguém pode negar.
Te vejo tão perfeita quanto uma estrela a brilhar.
Por isso, facilmente consegues me fazer sorrir
quando uma vida contigo penso em dividir.

Seus belos cabelos de ouro
valem mais que mil tesouros.
Às vezes loiro, ruivo, castanho.
Mas sempre ondulado, do mesmo tamanho.

Teus olhos claros eu vejo brilhar
quando a felicidade chega em teu olhar.
Nunca mais vou vê-los sorris
na minha direção, sorrindo pra mim?

Tuas mãos delicadas não vou mais sentir
arrepiando-me a pele, despertando em mim
o desejo da paixão que sempre perdura,
que transforma todo esse amor em loucura.

O teu corpo, esculpido por deuses
nunca mais terei nas mãos.
Sua leveza, brancura e toda a belezura
me deixam em estado de lamentação.

Agora, por fim, peço que (não) voltes pra mim.
Te amo e te odeio, sentimento intenso sem fim.
Me beije, me bata, me ame, me mata.
Mas me perceba, que eu não sou homem de lata.

Te vejo feliz.
Estais sempre a sorrir.
E me pergunto se te fiz
morrer de amores por mim.

Sei que hoje não, mas um dia talvez
você me amou, como pensei.
Mas ao quebrar meu coração e em sofrimento me deixar
me fez cada vez mais te odiar/amar.

Viraste um monstro de repente pra mim,
pois nunca achei que me magoarias assim.
Me dilacerando por dentro e por fora, 
sem parar de pensar em ti toda hora.

E nessa dança de confusão sem fim,
não sei se há amor ou se há ódio em mim.
Se é paraíso ou inferno, não consigo ver.
Sei só que me resolveria se tivesse você.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

Monólogo do espelho


E ele chegou em casa outra vez, cansado.
     u as escadas e parou diante do espelho.
    i
   b
  u
S
Se via bem por fora, mas percebeu que não estava 100% contente.
B  a  t  e  u  repetida e consecutivamente em seu rosto acabado.
Olhou-se mais de perto. Percebeu que faltava algo.
Lembrou do que sempre lhe disseram sobre seus relacionamentos amorosos.
"Você vai achar alguém". "Quando você menos espera, acontece". "Não foi culpa sua".
Parou e falou pra si mesmo:
"Estou satisfeito. Não completamente feliz, mas tenho pelo menos em que me concentrar agora. Sei o que fazer, tenho o que fazer. Só me falta fazer. Sei que posso extrair felicidade de qualquer outro lugar, só preciso colocar isso em prática."
Virou-se e enquanto   se     afastava        do           espelho,       percebeu, parou e voltou.
Olhou-se de novo e apenas pensou:
"Felicidade, realmente há várias formas de alcançar. Mas, me perdoem os que já tentaram me mostrar o contrário, o amor é a melhor delas".

quinta-feira, 11 de abril de 2013

Voraz Segredo

Que voraz segredo
Guarda esta chama infinita?
Um fogo ardente de paixão,
Vontade de tocá-lo para amar,
E sentir seu calor.

Inesquecível lembrança!

Desdobrar-se sobre os lençóis que me acomodam,

Pecar luxúrias humanas com você,
Entre abraços e carícias,
Beijos e prazeres,
Para no final apenas ver seus olhos.

Assim vagarosamente envolver-me, 

Num sorriso de ternura,
Para no fim sonhar,
Doces ilusões

Ah, eterna felicidade!


Que apenas aquele sentimento faz.

Que apenas aquele sentimento nos trás.

Eu te amo.

segunda-feira, 25 de março de 2013

O Amor

         Eu fui uma das poucas pessoas que teve o privilégio de se apaixonar de verdade. Descrevendo o amor com minhas próprias palavras, eu diria que o amor é uma coisa muito especial, meiga e única. Amor de amigo e de família não é o mesmo amor sentido pela 'alma gêmea', é algo a mais, muito mais profundo, algo que eu não consigo explicar, é como magia. O amor me deixa fora de mim, me muda, me deixa boba e toma conta dos meus pensamentos. 'Especificando', o amor faz com que eu queira que a pessoa seja feliz perto ou longe de mim, mas faz com que eu tenha certeza que esta pessoa alcançará o auge da felicidade ao meu lado. O amor não se baseia no aspecto físico, e sim no aspecto espiritual, que, quando eu comecei a amar, eu pude ver a alma com apenas um olhar, e foi isso que fez com que eu me apaixonasse. E também, eu sinto a resposta dessa pessoa por esse meu sentimento.