Mostrando postagens com marcador erros. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador erros. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

A viagem pelo caminho de volta pra casa

A volta ao lar
É sempre a mais ingrata
Vou voltar no tempo
E o suspender com uma fermata
Coroado será o meu vento
Longe de lá
Vim de ré pra cá
Caminhei bem devagar
E a solidão me carregou
Sem dó
Entre essa gente
Careta e covarde
Que nem de repente acordou
Fui pedir piedade
Ao sábio senhor
Que me desembarcou no fim do caminho
Agora já era tarde demais
E não sabia eu
Que, ao voltar pra casa pelo mesmo destino
Me tornei tão careta e covarde
Quanto todos aqueles estranhos
Que, como eu, voltaram pra casa
Ao morrer da tarde

sábado, 8 de junho de 2013

Fé no amor

Acreditaram que ia acontecer
Acreditamos que ia dar certo
Acreditamos que nosso sentimento amoroso era recíproco
Acreditamos que nosso futuro era brilhante
Acreditamos que seríamos felizes pra sempre
Acreditamos que nada ia nos separar
Acreditamos que não seria passageiro
Acreditaram que algo ruim ia acontecer
Acreditaram que estávamos errando
Acreditaram que o fim estava próximo
Acreditamos que passaríamos por isso
Acreditamos que nada estava dando certo
Acreditaste que era melhor findar
Acreditaste que não me amavas
Acreditaste que não era o momento certo
Acreditei que fiz tudo errado
Acreditei que não sou digno do amor
Acreditei que a dor nunca ia passar
Acreditei que voltarias
Acreditei que podia amar outra
Acreditei que dessa vez iria dar certo
Acreditei demais
Acreditei que passaria por isso fácil
Acreditei que outra oportunidade surgiria
Acreditei que tu me amarias outra vez
Acreditei que teríamos outra chance
Acreditei que tudo não estava perdido
Acreditei no impossível
Acreditei que o tempo vai nos juntar outra vez
Acreditei que não tenho mais chance
Acreditei que tu já fostes embora
Acreditei que o futuro nunca será aquele
E no que acredito agora?

quinta-feira, 23 de maio de 2013

O idiota


Sou teimoso desnecessariamente.
Podia simplesmente deixar isso passar,
Mas não.
Só por que eu ainda quero.
Só por que eu acho que mereço uma nova chance.
Todos sabemos qual o desfecho dessa história
E insisto nisso.
Sou, quase declaradamente, um masoquista,
Um suicida
Levado por impulsos.
Um idiota
Que gosta de sofrer.

Ser Humano

Morte.
Por onde passa deixa vestígios,
Angústia, desespero infinito.
Que tristeza bicho-homem,
É o causador.
O que fazes na vida além de destruir?
Matas, florestas e rios afins?
Não entendo você bicho-homem,
Diz que sabe amar,
Sabe se importar,
Mas não passa de um ignorante,
Um bicho cego.
Errante.
Tem certeza que é isso que tu és?
Complexo tanto seu corpo quanto a sua mente,
Para diferentes animais,
Que comportamento clemente,
Assim acreditarei jamais.
Sua capacidade me espanta.
Habilidade
E inteligência plana.
Por que não sabes usar de forma correta?
Usa como quer e quando quer,
Será que essa é a resposta certa?
Mas em seu natural mais simples,
Quando nasce, uma esperança existe.

segunda-feira, 6 de maio de 2013

Erros... Arrependimentos

Perdoem-me
Meus inimigos,
Já não sou mais a mesma,
Eu mudei.
Se eu fiz algo errado,
Nunca mais farei.
Prometo mudar
E jamais falhar,
Mas caso isso aconteça,
Talvez eu mereça um pouco mais de indulgência.
Sobre a minha negligência sensata,
Persistirei em minha mudança.
Minha melhora.
Minha evolução mansa.