Dois reis retiram suas espadas.
Dois reis começam a batalha.
Dois reis batalham...
Por terra, ouro e prata.
Deixam que suas fúrias explodam.
Enquanto as espadas, finas, voam.
Repelem-se em sincronia com a fúria.
Fúria de dois reis de força bruta.
A dança das espadas prossegue,
Até que um dos guerreiros cede.
Não há energia que reste.
Que a dança das espadas cesse.
Enquanto o rei fraco, exausto, perde.
Somos um conjunto de jovens com almas artísticas unidas para distribuir tudo o que pudermos e acrescentar arte e (especialmente) poemas repletos de indagações, reflexões e sentimentos para todos os momentos.
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segunda-feira, 11 de novembro de 2013
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Comando!
As flores emanam teu cheiro
E a natureza imita tua calma
Os pingos caem serenos
Ondulam devagar o lago
E me lembra quando tu fala palavras sedosas
Que me fazem tremer lentamente
O calor me lembra tua intensidade
A combustão espontânea parece com nossa paixão
Que me arde e me queima
Me consome por inteiro
E nos consome
Mas que, quando branda, deixa tudo pronto
Pra gente ressurgir das cinzas
E nos queimarmos outra vez
A noite me lembra minha solidão
E a luz do sol, me lembra que tu me guias
E é como se, por causa da natureza
Eu já não precisasse de nada vindo de tu
Até me lembrar que tua vivacidade é que coordena meu andamento
Tua batuta é que me comanda
Você é meu maestro
Até quando eu me rebelar
E te fazer balançar
Quando tu cair do topo
Vai estar aos meus pés ou nos meus braços
E eu vou ditar teus movimentos
Como uma música comanda uma bailarina
E a natureza imita tua calma
Os pingos caem serenos
Ondulam devagar o lago
E me lembra quando tu fala palavras sedosas
Que me fazem tremer lentamente
O calor me lembra tua intensidade
A combustão espontânea parece com nossa paixão
Que me arde e me queima
Me consome por inteiro
E nos consome
Mas que, quando branda, deixa tudo pronto
Pra gente ressurgir das cinzas
E nos queimarmos outra vez
A noite me lembra minha solidão
E a luz do sol, me lembra que tu me guias
E é como se, por causa da natureza
Eu já não precisasse de nada vindo de tu
Até me lembrar que tua vivacidade é que coordena meu andamento
Tua batuta é que me comanda
Você é meu maestro
Até quando eu me rebelar
E te fazer balançar
Quando tu cair do topo
Vai estar aos meus pés ou nos meus braços
E eu vou ditar teus movimentos
Como uma música comanda uma bailarina
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
Música e dança
Me contaram que existem 3 amores nessa vida.
Um que se tem.
Um que se vai.
Um que se fica.
Me contaram que faço parte de ti.
Que era teu chorinho,
Teu flamenco,
Tua melodia.
Falaste a mim que eu era o que ficava.
Pois digo a ti que és meu ritmo,
meu compasso,
meu peso,
minha condução.
És minha dança,
meu contrapeso.
Meu samba.
Meu pina.
E assim como dança e música,
dependemos um do outro
mesmo sendo independentes entre si.
Um que se tem.
Um que se vai.
Um que se fica.
Me contaram que faço parte de ti.
Que era teu chorinho,
Teu flamenco,
Tua melodia.
Falaste a mim que eu era o que ficava.
Pois digo a ti que és meu ritmo,
meu compasso,
meu peso,
minha condução.
És minha dança,
meu contrapeso.
Meu samba.
Meu pina.
E assim como dança e música,
dependemos um do outro
mesmo sendo independentes entre si.
terça-feira, 6 de agosto de 2013
Alegre-se!
Se bruscamente estás agitato
Seja mais cantabile
E cante con brio, affettuoso
Scherzando entra as notas
Maestoso
Se estás vivace
Sinta o amore
Con fuoco, mas dolce
São sentimentos que passam de adagio
Para moderato em forma de presto
E quando entram belos num andante
Te concedem o ar do allegro
Seja mais cantabile
E cante con brio, affettuoso
Scherzando entra as notas
Maestoso
Se estás vivace
Sinta o amore
Con fuoco, mas dolce
São sentimentos que passam de adagio
Para moderato em forma de presto
E quando entram belos num andante
Te concedem o ar do allegro
terça-feira, 16 de julho de 2013
Dançando música lenta
Ella Fitzgerald no vocal
Louis Armstrong com sua pegada brilhante
E eu e você na pista ou na sala de casa
A luz de velas
À noite
Dançando no ritmo calmo e apaixonado da música
Só nós dois
Uma taça de vinho em tuas mãos
Teus cabelos castanhos presos de forma magnífica
Teu suéter azul fofo e aconchegante
E um sorriso envergonhado no rosto
Enquanto cochicho ao teu ouvido, te desejando
E balança pra cá
Balança pra lá
Sentindo o poder da voz cativante
Sendo tomados pelo clima
Até que, finalmente, nossos olhos se encontram
E o beijo
Que era inevitável
Passa a ser
Fatal para o amor
Louis Armstrong com sua pegada brilhante
E eu e você na pista ou na sala de casa
A luz de velas
À noite
Dançando no ritmo calmo e apaixonado da música
Só nós dois
Uma taça de vinho em tuas mãos
Teus cabelos castanhos presos de forma magnífica
Teu suéter azul fofo e aconchegante
E um sorriso envergonhado no rosto
Enquanto cochicho ao teu ouvido, te desejando
E balança pra cá
Balança pra lá
Sentindo o poder da voz cativante
Sendo tomados pelo clima
Até que, finalmente, nossos olhos se encontram
E o beijo
Que era inevitável
Passa a ser
Fatal para o amor
domingo, 23 de junho de 2013
São João
O São João começou
Venha curtir o arraiá
Venha saborear a época
Mais linda da Capitá!
Levante e dance um forró
Do lado da fogueira
Arraste o pé, sem dó
Mas não esqueça de sua parceira
Quando o balão sobe pro céu
Eu me derreto, me maravilho
É os rojão fazendo barulho
E eu, abestalhado, comendo milho
As barraca tudo montada
A decoração, uma maravilha
Oxe, eu vou é me embora aproveitar
Vou me embora dançar a quadrilha
Venha curtir o arraiá
Venha saborear a época
Mais linda da Capitá!
Levante e dance um forró
Do lado da fogueira
Arraste o pé, sem dó
Mas não esqueça de sua parceira
Quando o balão sobe pro céu
Eu me derreto, me maravilho
É os rojão fazendo barulho
E eu, abestalhado, comendo milho
As barraca tudo montada
A decoração, uma maravilha
Oxe, eu vou é me embora aproveitar
Vou me embora dançar a quadrilha
sábado, 8 de junho de 2013
Voluptuosidade
Calor, desejo...
Seu consciente nega
E seu corpo pede mais.
Barreiras não existem
Nesses momentos.
Não há raciocínio,
Somente instinto.
Você age,
O outro reage,
E em resposta
Você novamente age.
E de novo, e de novo...
É uma dança
Sem ensaio algum,
Mas com tamanha harmonia
Que lhe deixa em êxtase.
Sorrisos à parte,
Palavras inúteis.
Nada mais importa,
Nem as pessoas do outro lado da porta.
Nada mais nos interessa,
Só nós dois naquele quarto.
Limites...
Não se há.
Nada mais existe
Além daquela sensação de apogeu.
Seu consciente nega
E seu corpo pede mais.
Barreiras não existem
Nesses momentos.
Não há raciocínio,
Somente instinto.
Você age,
O outro reage,
E em resposta
Você novamente age.
E de novo, e de novo...
É uma dança
Sem ensaio algum,
Mas com tamanha harmonia
Que lhe deixa em êxtase.
Sorrisos à parte,
Palavras inúteis.
Nada mais importa,
Nem as pessoas do outro lado da porta.
Nada mais nos interessa,
Só nós dois naquele quarto.
Limites...
Não se há.
Nada mais existe
Além daquela sensação de apogeu.
domingo, 26 de maio de 2013
Sonhos
Já fugi com uma fada na Conde da Boa Vista
Corri pra não ser morto na Abdias
Me assustei com aranhas na parede de uma casa mal-assombrada
Dancei valsa no salão com Milady de vestido rosa
Vi um jogo de futebol quase agoniante
E por várias e várias vezes sonhei com nós dois
Infelizmente, eram sonhos que nunca tinham um fim completo
Sempre éramos interrompidos no meio da conversa
Ou no meio do clima
Ou no meio dos beijos
E no meio da felicidade
Pelo sol me iluminando a cara
Pelas portas da minha casa batendo
Pelos cachorros latindo
E, às vezes, por que era algo que eu queria que se tornasse verdade quando acordasse
Agora que parei pra pensar, nenhum desses sonhos sequer faz sentido
Nem mesmo o de nós dois juntos
Somos um passado distante e um futuro improvável
Mas, ah!
Se eu pudesse tornar esses sonhos em verdades
Te daria a fada
Correria pra te encontrar
Deixaria pra trás as casas e o futebol
Só pra dançar uma última valsa contigo
Corri pra não ser morto na Abdias
Me assustei com aranhas na parede de uma casa mal-assombrada
Dancei valsa no salão com Milady de vestido rosa
Vi um jogo de futebol quase agoniante
E por várias e várias vezes sonhei com nós dois
Infelizmente, eram sonhos que nunca tinham um fim completo
Sempre éramos interrompidos no meio da conversa
Ou no meio do clima
Ou no meio dos beijos
E no meio da felicidade
Pelo sol me iluminando a cara
Pelas portas da minha casa batendo
Pelos cachorros latindo
E, às vezes, por que era algo que eu queria que se tornasse verdade quando acordasse
Agora que parei pra pensar, nenhum desses sonhos sequer faz sentido
Nem mesmo o de nós dois juntos
Somos um passado distante e um futuro improvável
Mas, ah!
Se eu pudesse tornar esses sonhos em verdades
Te daria a fada
Correria pra te encontrar
Deixaria pra trás as casas e o futebol
Só pra dançar uma última valsa contigo
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segunda-feira, 13 de maio de 2013
Par In(existente).
Quero alguém que:
Toque piano com a mente.freneticamente;
Ouça o som da noite. e das flores;
Grite o silêncio.( ! )
Cheire o futuro.difuso;
Conheça a Dança e pergunte-a como ela se move.
Se imagine flutuando o tempo todo.
Sorria com os olhos. mas chore com o coração.
Ajude quem grita que está bem. Não se importe por quem insiste em chorar por todos.
Saiba como falar e como ficar quieto.
Ache um lugar para se fazer real.
[que me faça querer viver a realidade desse mundo aterrorizante e irreal]
Única satisfação
Dos bailes que fiz,
Todos na minha cama,
Diferentes do que quis,
Que são com quem se ama.
Nas danças que quero,
Só penso em te ter,
Imaginando sua carne
e teus olhos a meu ver.
E eu rasgava com força
Seu vermelho vestido,
Mas estava sozinho,
Um solitário esquecido.
Matando meu desejo,
Vendo das plantas o esforço,
O que sobra de você
É um laço em meu pescoço.
sábado, 20 de abril de 2013
Frente e trás das grades
Estou eu refletindo novamente
Sem saber qual é a verdade
Apenas se estou preso na mente
Ou se também preso nessa grade
Eu não quero estar dentro
E fora não quero estar
Eu queria liberdade
Uma que seja de verdade
Uma pra poder descansar
Onde a saída fica?
Desse ferro que me segura
Que a vida da gente estica
Pra uma longa vida escura
Não adianta mais procurar
Nem sei qual lado eu quero
A resposta está em todo o lugar
Pra ela aparecer eu espero
Por que gostar dessa segurança,
Se ela nos tira as verdades?
Ela quem limita a dança
Na frente ou atrás das grades.
Sem saber qual é a verdade
Apenas se estou preso na mente
Ou se também preso nessa grade
Eu não quero estar dentro
E fora não quero estar
Eu queria liberdade
Uma que seja de verdade
Uma pra poder descansar
Onde a saída fica?
Desse ferro que me segura
Que a vida da gente estica
Pra uma longa vida escura
Não adianta mais procurar
Nem sei qual lado eu quero
A resposta está em todo o lugar
Pra ela aparecer eu espero
Por que gostar dessa segurança,
Se ela nos tira as verdades?
Ela quem limita a dança
Na frente ou atrás das grades.
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Bonji, Bonji
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