Eu vou contradizer o que você pensa
E quem vai sofrer é você
Quando perceber que de mim, não consegue despensa
E quando perceber
Que é sobre mim que seus pensamentos gritam
Vai surgir aquela esquizofrenia que chamam vulgarmente
De amor
Mas, calma
Isso é só desejo
Ao desfrutar algo tão bom
Pois te levarei ao paraíso
E isso te juro, sem temor
Depois, virá a amizade
E eu serei teu melhor
Dividiremos tudo, de segredos a sorvetes
E aí, chegará o inevitável
Eu, já estarei acomodado em teus afagos
E tu não conseguirá mais desgrudar das minhas palavras
E nos tornaremos necessitados de nós mesmos
Te farei várias resmas
Tu me ensinarás o que ainda preciso
E nós seremos harmonia
Par dançante
Em sincronia
Com o romance
Sem nostalgia
Mas ofegante
Do que pode vir do dia
Amanhante
Somos um conjunto de jovens com almas artísticas unidas para distribuir tudo o que pudermos e acrescentar arte e (especialmente) poemas repletos de indagações, reflexões e sentimentos para todos os momentos.
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segunda-feira, 28 de outubro de 2013
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
Batalha de amor
Se você quer meias verdades,
Calce um sapato.
Não quero mais tuas brincadeiras,
Tuas caretices.
Me devolve meu coração.
Tu quer me viver de ilusão
Enquanto eu me mato,
No mato, a minha paixão.
Enquanto eu me rapto,
Tu és um rato e um leão.
Quando saio da tua
Sou um guri.
Quando te saco, me repeles.
Eu vou sem ti.
Quando me arrastas, me paralisas,
Me dás a mão.
Quando te pego, te sinto em ilusão.
Quando me ergo, me erro o coração.
Quando me apego, enlouqueço de emoção.
Quando tu voltas, eu me odeio por mim.
E me conquistas novamente, como um dragão.
Me iludes, me enche de cri-cri-cri.
Me esnoba, me bate, me deixa assim.
Quando voltas, finge que tudo era calor.
Minto e me esconde atrás da dor.
Me declaro novamente o meu amor.
Não sossego, não vivo assim sem ti.
Calce um sapato.
Não quero mais tuas brincadeiras,
Tuas caretices.
Me devolve meu coração.
Tu quer me viver de ilusão
Enquanto eu me mato,
No mato, a minha paixão.
Enquanto eu me rapto,
Tu és um rato e um leão.
Quando saio da tua
Sou um guri.
Quando te saco, me repeles.
Eu vou sem ti.
Quando me arrastas, me paralisas,
Me dás a mão.
Quando te pego, te sinto em ilusão.
Quando me ergo, me erro o coração.
Quando me apego, enlouqueço de emoção.
Quando tu voltas, eu me odeio por mim.
E me conquistas novamente, como um dragão.
Me iludes, me enche de cri-cri-cri.
Me esnoba, me bate, me deixa assim.
Quando voltas, finge que tudo era calor.
Minto e me esconde atrás da dor.
Me declaro novamente o meu amor.
Não sossego, não vivo assim sem ti.
sexta-feira, 23 de agosto de 2013
Viaje-se!
Pare e viva apenas do ócio
Sem pensamento
Nem momento
Não vicie em qualquer negócio
Imagine e crie tudo com papel
Sinta a brisa dos polos
Se aconchegue no seu amor, no seu colo
E admire o tigre alado no céu
Se sabes que o homem para o bem comum não age
Foge logo desse mundo
Finge logo não seres imundo
Viaje-se!
Sem pensamento
Nem momento
Não vicie em qualquer negócio
Imagine e crie tudo com papel
Sinta a brisa dos polos
Se aconchegue no seu amor, no seu colo
E admire o tigre alado no céu
Se sabes que o homem para o bem comum não age
Foge logo desse mundo
Finge logo não seres imundo
Viaje-se!
domingo, 11 de agosto de 2013
Vida de ilusão
Sonhos se manifestam
E se esvaem
Te chamam
Te distraem
Tomam teu tempo
Aonde vai
Até o momento
Que extraem
Da tua vida
O que sobressai
Como uma avenida
Que se desfaz
Puxam pelo pé
Arrastam tua disposição
Você quer ajuda mas ninguém quer
Viver uma vida de ilusão
E se esvaem
Te chamam
Te distraem
Tomam teu tempo
Aonde vai
Até o momento
Que extraem
Da tua vida
O que sobressai
Como uma avenida
Que se desfaz
Puxam pelo pé
Arrastam tua disposição
Você quer ajuda mas ninguém quer
Viver uma vida de ilusão
sexta-feira, 19 de julho de 2013
Sentimentos teus
Como um piscar de olhos,
Tudo apenas se apaga.
Ontem, o que tinha era quase certo.
Hoje, não tem mais nada.
Tu declaraste teu amor
E foste embora perdido,
Pois achaste em alguém a dor
De um coração partido.
Foste se iludir, então,
Para afogar tua mágoa.
Te encheste de uma nova paixão
Que iria embora como água.
Feriste uma donzela
Que com a história tinha nada a ver,
Declarando amor a ela
Mesmo sem nada ter.
Conseguiste teu amor de volta
E esperança voltaste a ter.
Mas não sabias da reviravolta
Que estava para ocorrer.
Terias teu amor declinado outra vez
Para vagar triste pelos cantos.
Da dor da vida, se tornar freguês
E cair no abismo profundo de prantos.
Tudo apenas se apaga.
Ontem, o que tinha era quase certo.
Hoje, não tem mais nada.
Tu declaraste teu amor
E foste embora perdido,
Pois achaste em alguém a dor
De um coração partido.
Foste se iludir, então,
Para afogar tua mágoa.
Te encheste de uma nova paixão
Que iria embora como água.
Feriste uma donzela
Que com a história tinha nada a ver,
Declarando amor a ela
Mesmo sem nada ter.
Conseguiste teu amor de volta
E esperança voltaste a ter.
Mas não sabias da reviravolta
Que estava para ocorrer.
Terias teu amor declinado outra vez
Para vagar triste pelos cantos.
Da dor da vida, se tornar freguês
E cair no abismo profundo de prantos.
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Ecos do ão
Não diga que foi tudo ilusão.
Sei que assim os sentimentos são,
muitas vezes, induzidos ao seu coração.
Pra você, foi tudo indução.
misturado com intuição.
E eu diria até que opinião
te fez aceitar meu coração.
Mas se não me dissestes "não",
e pra ti, ainda assim, foi tudo ilusão,
volto e te digo que foi nada em vão.
Toda aquela sentimentalização
eu senti, ardendo loucamente a paixão.
Não te lembras da minha mão
suando frio como quem está sob pressão?
Batia incrivelmente forte meu coração.
Acelerava descontrolada minha respiração.
Sentia um aperto no pulmão.
E quando deixastes minha mão,
abalado meu coração,
chorou com razão
a perda de uma nova paixão.
Pode ficar sem certeza, então.
Eu sei que vivi uma emoção
que ainda outro dia ou não
vou reviver com comemoração.
Geralmente, não tenho pé no chão,
mas minha opinião
é que você viveu uma ilusão
e eu, sem saber, parei na tua mão,
dominado, como um animal de estimação.
Mas ainda assim, não vivi ilusão.
Meus sentimentos eram sinceros, digo de coração.
E se infelizmente no fim me destes um "não",
mesmo saindo cabisbaixo como um chorão,
depois de passar por um momento de revelação,
percebi e te garanto que nada foi em vão.
quarta-feira, 10 de abril de 2013
Te amar (Anna...Anna)
Amar você é como escutar o meu coração bater o seu nome.
"Anna... Anna".
É como respirar teu nome cada vez que inspiro ou expiro.
"Anna... Anna".
É como andar, e em cada passo escutar teu nome.
"Anna... Anna".
É como escrever e em cada rabisco, cada traço, enxergar teu nome. "Anna... Anna".
É como pensar e, em cada imaginação realizada pela minha mente, te ver brilhando.
"Anna... Anna".
É como sonhar e perceber que é você quem eu sonho.
"Anna... Anna".
É saber que você é tudo que eu faço, tudo o que eu sou, tudo o que eu quero, quis e vou querer.
"Anna... Anna".
Te amar é loucura, é ser louco, mas se não é amor, nada mais há de ser.
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Futilidades
Vivemos em um mundo,
Onde os valores são outros,
Futilidades.
A preocupação real,
Está na utópica mente,
Do alienado.
Ele acredita.
Ele sonha.
Porém não sabe que vive,
De futilidades.
A importância do verdadeiro amor,
É esquecido por meras paixões,
Por meras ambições.
Até sua própria definição é esquecida,
A felicidade se torna relativa,
E a futilidade,
É mais uma vez vivida.
A vida é tão estranha,
Por que complicamos tudo?
Por que vivemos de futilidades?
Acredito que somos tão ignorantes,
Que não temos a capacidade
De entender a verdade.
Viver de futilidades.
Onde os valores são outros,
Futilidades.
A preocupação real,
Está na utópica mente,
Do alienado.
Ele acredita.
Ele sonha.
Porém não sabe que vive,
De futilidades.
A importância do verdadeiro amor,
É esquecido por meras paixões,
Por meras ambições.
Até sua própria definição é esquecida,
A felicidade se torna relativa,
E a futilidade,
É mais uma vez vivida.
A vida é tão estranha,
Por que complicamos tudo?
Por que vivemos de futilidades?
Acredito que somos tão ignorantes,
Que não temos a capacidade
De entender a verdade.
Viver de futilidades.
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