Não espero que entendas porque deixei de lado a tua presença,
subitamente, sem previsão.
Saibas que com as palavras escritas sobre a mesa
está toda aquela pausa súbita que envolve minha respiração
quando em ti contato.
Pertenço as luzes da rua que não aguentam esse seu "meu" e esse seu "sempre".
Saibas que encontro, a cada esquina que viro, um amor.
Verdadeiro, eterno e intransferível.
Mas sei que quando te ver em casa, sentirei a mesma coisa que sinto pelos olhares dos anônimos que nunca chego a conhecer.
Amor sufocante e nato mas que você insiste em estragar o restringindo a sua posse.
Não entendes que és a protagonista dos meus devaneios futuros?
Que as outras peles que visto se dissolvem no momento em que viro a outra esquina?
Não, não entendes.
E é por isso que te deixo.
Quero que você descubra suas efemeridades, suas peles e o gosto de outros lábios.
Aprenda a compartilhar a minha carne com o mundo.
E quem sabe, outro dia, não me encontres ao virar a esquina.
Somos um conjunto de jovens com almas artísticas unidas para distribuir tudo o que pudermos e acrescentar arte e (especialmente) poemas repletos de indagações, reflexões e sentimentos para todos os momentos.
Mostrando postagens com marcador passageiro. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador passageiro. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
quinta-feira, 29 de agosto de 2013
A gente
Antes de me deparar com tal paisagem ambulante
Não sabia que existir referida coisa era possível
A surpresa ao me encontrar com algo tão incrível naquele instante
Tornou m ser calculadamente formoso em irresistível
Os olhares ao se tocarem envergonhados
Acenderam sentimento adormecido profundo
Imaginaram vidas conjuntas, lado a lado
Com amor e felicidade maiores que o mundo
Tempo acabou e ela foi embora
Encontros ao acaso nunca foram bons agentes
Mas sei que pros meus braços voltas sem demora
Pr'eu parar de ser eu e sermos a gente
Não sabia que existir referida coisa era possível
A surpresa ao me encontrar com algo tão incrível naquele instante
Tornou m ser calculadamente formoso em irresistível
Os olhares ao se tocarem envergonhados
Acenderam sentimento adormecido profundo
Imaginaram vidas conjuntas, lado a lado
Com amor e felicidade maiores que o mundo
Tempo acabou e ela foi embora
Encontros ao acaso nunca foram bons agentes
Mas sei que pros meus braços voltas sem demora
Pr'eu parar de ser eu e sermos a gente
sábado, 27 de julho de 2013
Não se apega
Você não é o culpado.
Não se sinta um anormal.
Me dá um beijo e um obrigado
E depois vai logo me dando um tchau.
Não se sinta um anormal.
Me dá um beijo e um obrigado
E depois vai logo me dando um tchau.
Assinar:
Postagens (Atom)