Acabou a luz.
Pausa, confusão.
Desespero.
E agora?
Pega o carro, não tem bomba de gasolina.
Vai pra casa, mora no trigésimo quarto andar.
Quando vai acabar, nem televisão, nem rádio, nem computador
E agora?
Pausa, confusão.
Desespero.
Se acabar a luz, a vida acaba.
Somos um conjunto de jovens com almas artísticas unidas para distribuir tudo o que pudermos e acrescentar arte e (especialmente) poemas repletos de indagações, reflexões e sentimentos para todos os momentos.
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quarta-feira, 28 de agosto de 2013
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Preciso
Eu preciso de mais atenção
De mais carinho
De mais amor
De mais aconchego
De mais paixão
Mas só eu preciso?
Talvez se eu não achasse que precisasse
Me sentiria completo
E ao invés de dizer que preciso
Me doaria
E isso que falta em nós
Exigimos o que queremos
Dizendo que precisamos
Mas poucos se desdobram
E satisfazem o outro sem esperar nada mais
Que amor em troca
De mais carinho
De mais amor
De mais aconchego
De mais paixão
Mas só eu preciso?
Talvez se eu não achasse que precisasse
Me sentiria completo
E ao invés de dizer que preciso
Me doaria
E isso que falta em nós
Exigimos o que queremos
Dizendo que precisamos
Mas poucos se desdobram
E satisfazem o outro sem esperar nada mais
Que amor em troca
quarta-feira, 7 de agosto de 2013
Macho alfa
Eu sou o maior maioral.
Não tem melhor do que eu.
Sou macho alfa por natureza.
Sou, com certeza.
Tenho um ego
Que vai do Leme ao Pontal.
Chego com o carrão,
As nêga ficam doida com minha firmeza.
Em pegar todas, eu sou o líder,
Pois é.
Por que quando eu levo elas lá em casa,
Elas sentem a destreza e me respeitam.
Ah, é,
Eu me armo com a simpatia,
E elas, desarmadas, dizem sim pro tio.
O que eu tenho é o poder
Da sedução e conquista feroz.
Já era um menino de ego grande e todo esperto.
Sou o macho alfa e quero mais,
Pois não devo nada a ninguém.
Eu sou o patrão,
Mas pras mulheres, sou bandido.
Não tem melhor do que eu.
Sou macho alfa por natureza.
Sou, com certeza.
Tenho um ego
Que vai do Leme ao Pontal.
Chego com o carrão,
As nêga ficam doida com minha firmeza.
Em pegar todas, eu sou o líder,
Pois é.
Por que quando eu levo elas lá em casa,
Elas sentem a destreza e me respeitam.
Ah, é,
Eu me armo com a simpatia,
E elas, desarmadas, dizem sim pro tio.
O que eu tenho é o poder
Da sedução e conquista feroz.
Já era um menino de ego grande e todo esperto.
Sou o macho alfa e quero mais,
Pois não devo nada a ninguém.
Eu sou o patrão,
Mas pras mulheres, sou bandido.
sábado, 27 de julho de 2013
Não se apega
Você não é o culpado.
Não se sinta um anormal.
Me dá um beijo e um obrigado
E depois vai logo me dando um tchau.
Não se sinta um anormal.
Me dá um beijo e um obrigado
E depois vai logo me dando um tchau.
sexta-feira, 7 de junho de 2013
O fútil
Sinto como se tivesse te devastado
E tu só deixaste uma espinha no meu rosto
Ah, que pena
Se fosse eu um homem fútil
Acharia que te deixei problemas do tamanho de uma espinha
E diria que a espinha em meu rosto seria minha devastação
E tu só deixaste uma espinha no meu rosto
Ah, que pena
Se fosse eu um homem fútil
Acharia que te deixei problemas do tamanho de uma espinha
E diria que a espinha em meu rosto seria minha devastação
sábado, 4 de maio de 2013
O grande julgador e os julgamentos de terceiros
E lá estava ele de novo, na sua. Sentado num banco, curtia seu reino imaginário outra vez, viajando distante em sua mente. Percebeu a aproximação de três fêmeas e as julgou, como de costume. Nenhuma delas era bonita ou parecia ser interessante o suficiente pra ele. Ignorou-as então, voltando para seu reino de harmonia. Em certo momento, mais uma fêmea se aproximou. Julgou-a, para não perder o costume. "Que menina feia", pensou.
Daí, esperou um pouco e se concentrou na reação das outras fêmeas quando a "feia" se aproximou. Sentadas próximas a fêmea "feia", riram e julgaram quase discaradamente. Duas que estavam um pouco mais distante disseram baixo "olha a franja dela" e riram. Espantado, o grande julgador se sentiu culpado em julgar.
Depois da fêmea "feia" bater em retirada, as demais continuaram falando e rindo dela. O deboche foi tanto que o grande julgador sentiu de novo suas cicatrizes arderem. Sentiu a áurea da fêmea "feia" que, se tivesse ouvido cada xingamento proferido, teria se entristecido. Sentiu-se um lixo. Um lixo ardendo em chamas com suas cicatrizes. Sentiu outra vez como era ser julgado.
domingo, 28 de abril de 2013
Mente máscula desfigurada
Proteína
Creatina.
Malhar
Ganhar.
Carro,
Tirar sarro.
Pegar
e não se apegar.
Não sei onde
os princípios masculinos
foram parar.
domingo, 21 de abril de 2013
Bárbara
Essa não tem pra onde correr.
Nunca foi inteligente.
Mente aberta, nunca quis ter.
Pra completar, fala tudo como uma demente.
Acha que tudo tá errado,
todo mundo é defeituoso.
Todos devem ser iguais
e homem tem que ser gostoso.
Bonito de corpo, não basta.
Tem que ser "diferente".
Quase um orgiasta,
mas com ar de inteligente.
De estupidez e ignorância
não sei como ela tem tanta.
Trata todos com irrelevância
e acaba sendo uma anta.
Quando quer discutir
e seus argumentos são derrubados,
berra logo e sai por aí
como se alguma coisa tivesse ganhado.
Se acha superior,
complexa, cheia de fases.
Deixe de ser imbecil, por favor.
Vá criar suas próprias frases.
terça-feira, 2 de abril de 2013
Pensamentos de um aborrescente contemporâneo
Hoje não penso, não faço, disfarça.
Talvez seja o dia do estopim.
Não sei mesmo, não acho graça
envelhecer, fazer "seventeen".
Sinto que o tempo passa,
e a cada minuto vou morrendo assim.
Se hoje a vida até que tá massa,
amanhã já penso em usar uma bala de festim.
Adultice dá preguiça,
quero tudo na mão.
Nunca procurei saber o que é premissa,
quero apenas discutir sem razão.
Pra finalizar esse poema,
eu quero apenas rimar:
sol, chuva, céu, mar
laiá laiá laiá laiá
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Futilidades
Vivemos em um mundo,
Onde os valores são outros,
Futilidades.
A preocupação real,
Está na utópica mente,
Do alienado.
Ele acredita.
Ele sonha.
Porém não sabe que vive,
De futilidades.
A importância do verdadeiro amor,
É esquecido por meras paixões,
Por meras ambições.
Até sua própria definição é esquecida,
A felicidade se torna relativa,
E a futilidade,
É mais uma vez vivida.
A vida é tão estranha,
Por que complicamos tudo?
Por que vivemos de futilidades?
Acredito que somos tão ignorantes,
Que não temos a capacidade
De entender a verdade.
Viver de futilidades.
Onde os valores são outros,
Futilidades.
A preocupação real,
Está na utópica mente,
Do alienado.
Ele acredita.
Ele sonha.
Porém não sabe que vive,
De futilidades.
A importância do verdadeiro amor,
É esquecido por meras paixões,
Por meras ambições.
Até sua própria definição é esquecida,
A felicidade se torna relativa,
E a futilidade,
É mais uma vez vivida.
A vida é tão estranha,
Por que complicamos tudo?
Por que vivemos de futilidades?
Acredito que somos tão ignorantes,
Que não temos a capacidade
De entender a verdade.
Viver de futilidades.
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