Cabeça de vento
Jogada no tempo
Perdido no espaço
Pisando no cadarço
Tropeçando pelo mundo
De ignorância, imundo
Lava tua alma
Deixa chegar a ti a calma
Liberta-te de tudo o que é chulo
Sai desse tranco, chega no barranco com um pulo
Começa uma nova vida
Transforme-se logo em algo profundo
Somos um conjunto de jovens com almas artísticas unidas para distribuir tudo o que pudermos e acrescentar arte e (especialmente) poemas repletos de indagações, reflexões e sentimentos para todos os momentos.
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quarta-feira, 21 de agosto de 2013
segunda-feira, 1 de abril de 2013
Futilidades
Vivemos em um mundo,
Onde os valores são outros,
Futilidades.
A preocupação real,
Está na utópica mente,
Do alienado.
Ele acredita.
Ele sonha.
Porém não sabe que vive,
De futilidades.
A importância do verdadeiro amor,
É esquecido por meras paixões,
Por meras ambições.
Até sua própria definição é esquecida,
A felicidade se torna relativa,
E a futilidade,
É mais uma vez vivida.
A vida é tão estranha,
Por que complicamos tudo?
Por que vivemos de futilidades?
Acredito que somos tão ignorantes,
Que não temos a capacidade
De entender a verdade.
Viver de futilidades.
Onde os valores são outros,
Futilidades.
A preocupação real,
Está na utópica mente,
Do alienado.
Ele acredita.
Ele sonha.
Porém não sabe que vive,
De futilidades.
A importância do verdadeiro amor,
É esquecido por meras paixões,
Por meras ambições.
Até sua própria definição é esquecida,
A felicidade se torna relativa,
E a futilidade,
É mais uma vez vivida.
A vida é tão estranha,
Por que complicamos tudo?
Por que vivemos de futilidades?
Acredito que somos tão ignorantes,
Que não temos a capacidade
De entender a verdade.
Viver de futilidades.
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