Amor, não venha de novo pra me endoidar
Já tenho uma nêga pra me negar
Já tenho pernas pra nadar
Eu só preciso de um mar
Ainda não sei namorar
Mas sei com quem quero ficar
Sei onde vou me deitar
Escolhi quais lábios beijar
Me senti todo dia incendiar
Vou me arranjar um candiá
Bater na porta dela pra entrar
No coração dela eu vou sonhar
E em seus sonhos, me deleitar
Pra, quando tudo findar
Eu ir ali e recuperar
Tudo que eu gastei com ar
Somos um conjunto de jovens com almas artísticas unidas para distribuir tudo o que pudermos e acrescentar arte e (especialmente) poemas repletos de indagações, reflexões e sentimentos para todos os momentos.
Mostrando postagens com marcador negação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador negação. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 19 de novembro de 2013
sábado, 12 de outubro de 2013
Nego!
Não sabia quem sou
Mas hoje me encontrei
Sou filho da dor
Madeira de lei
Nada a ver
Sou firme como um braço flácido
Sou constante como dinheiro em carteira
Vou deixar essa minha carreira
Vou te mergulhar no meu amor ácido
Que talvez, com a pele ardendo
Tu consiga perceber
Que tu pra mim é mais que veneno
Mas não paro de te beber até morrer
Tu és pior que a cocaína
Me fizeste um viciado, menina
Mas valeu a pena a chacina
Que tu promoveu no meu coração
Se instalasse feito fez Lampião
Tomasse conta de tudinho
Sem pena, sem dó
Agora eu só sinto o que me tocas
E vou negar a Deus e o mundo
Que meu coração moribundo
É teu
E não consigo mais aprender
Só não nego mais pros meus pensamentos
Pra mim
E pra você
Mas hoje me encontrei
Sou filho da dor
Madeira de lei
Nada a ver
Sou firme como um braço flácido
Sou constante como dinheiro em carteira
Vou deixar essa minha carreira
Vou te mergulhar no meu amor ácido
Que talvez, com a pele ardendo
Tu consiga perceber
Que tu pra mim é mais que veneno
Mas não paro de te beber até morrer
Tu és pior que a cocaína
Me fizeste um viciado, menina
Mas valeu a pena a chacina
Que tu promoveu no meu coração
Se instalasse feito fez Lampião
Tomasse conta de tudinho
Sem pena, sem dó
Agora eu só sinto o que me tocas
E vou negar a Deus e o mundo
Que meu coração moribundo
É teu
E não consigo mais aprender
Só não nego mais pros meus pensamentos
Pra mim
E pra você
Assinar:
Postagens (Atom)