Não sabia quem sou
Mas hoje me encontrei
Sou filho da dor
Madeira de lei
Nada a ver
Sou firme como um braço flácido
Sou constante como dinheiro em carteira
Vou deixar essa minha carreira
Vou te mergulhar no meu amor ácido
Que talvez, com a pele ardendo
Tu consiga perceber
Que tu pra mim é mais que veneno
Mas não paro de te beber até morrer
Tu és pior que a cocaína
Me fizeste um viciado, menina
Mas valeu a pena a chacina
Que tu promoveu no meu coração
Se instalasse feito fez Lampião
Tomasse conta de tudinho
Sem pena, sem dó
Agora eu só sinto o que me tocas
E vou negar a Deus e o mundo
Que meu coração moribundo
É teu
E não consigo mais aprender
Só não nego mais pros meus pensamentos
Pra mim
E pra você
Somos um conjunto de jovens com almas artísticas unidas para distribuir tudo o que pudermos e acrescentar arte e (especialmente) poemas repletos de indagações, reflexões e sentimentos para todos os momentos.
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sábado, 12 de outubro de 2013
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Abraços, Batalhas e Escolhas
Eu estava lá
No meu canto
Procurando por você.
Onde você está?
Então,
Te vejo vindo em minha direção,
Pedindo um abraço
Que só você sabe como pedir.
Te abraço,
E por um segundo
Nada mais existia,
Somente eu e você ali.
Seus abraços podem virar meu vício
(Se é que já não são)
Porque eu me encaixo perfeitamente em seu peito,
Escutando seu coração num ritmo que me acalma,
Que me afasta de todo o resto.
Mas então,
Fui puxada de volta para a realidade
Como um pescador puxando seu peixe fisgado:
De súbito.
Acordei
E vi que você estava mais uma vez distante.
Eu quero te dizer algo,
Mas não encontro minha voz.
Meu coração está dividido
Entre você e meu futuro.
Não posso escolher os dois.
Duas opções, uma escolha...
Opções que brigam entre si
Como o São Jorge e o Dragão.
A batalha está num empate
E eu não sei se você torce
Para o cavaleiro
Ou para o monstro.
O que você quer que eu escolha?
Eu quero falar com você
Mas temo falar algo
Que você não queira ouvir.
Não quero te magoar.
Quero te amar
E por você ser amada.
Não quero ser novamente abandonada...
No meu canto
Procurando por você.
Onde você está?
Então,
Te vejo vindo em minha direção,
Pedindo um abraço
Que só você sabe como pedir.
Te abraço,
E por um segundo
Nada mais existia,
Somente eu e você ali.
Seus abraços podem virar meu vício
(Se é que já não são)
Porque eu me encaixo perfeitamente em seu peito,
Escutando seu coração num ritmo que me acalma,
Que me afasta de todo o resto.
Mas então,
Fui puxada de volta para a realidade
Como um pescador puxando seu peixe fisgado:
De súbito.
Acordei
E vi que você estava mais uma vez distante.
Eu quero te dizer algo,
Mas não encontro minha voz.
Meu coração está dividido
Entre você e meu futuro.
Não posso escolher os dois.
Duas opções, uma escolha...
Opções que brigam entre si
Como o São Jorge e o Dragão.
A batalha está num empate
E eu não sei se você torce
Para o cavaleiro
Ou para o monstro.
O que você quer que eu escolha?
Eu quero falar com você
Mas temo falar algo
Que você não queira ouvir.
Não quero te magoar.
Quero te amar
E por você ser amada.
Não quero ser novamente abandonada...
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