A volta ao lar
É sempre a mais ingrata
Vou voltar no tempo
E o suspender com uma fermata
Coroado será o meu vento
Longe de lá
Vim de ré pra cá
Caminhei bem devagar
E a solidão me carregou
Sem dó
Entre essa gente
Careta e covarde
Que nem de repente acordou
Fui pedir piedade
Ao sábio senhor
Que me desembarcou no fim do caminho
Agora já era tarde demais
E não sabia eu
Que, ao voltar pra casa pelo mesmo destino
Me tornei tão careta e covarde
Quanto todos aqueles estranhos
Que, como eu, voltaram pra casa
Ao morrer da tarde
Somos um conjunto de jovens com almas artísticas unidas para distribuir tudo o que pudermos e acrescentar arte e (especialmente) poemas repletos de indagações, reflexões e sentimentos para todos os momentos.
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segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
sábado, 17 de agosto de 2013
Vá em frente
E a incapacidade deita e rola no caminho
O desespero aparece e você procura o que fazer
Mas nenhum caminho você conhece enquanto não amanhecer
Sempre falaram de perseverança
Mas enquanto a sorte não lhe ocorrer
Siga em frente, continue a mudança
Até, um dia, aprender
O desespero aparece e você procura o que fazer
Mas nenhum caminho você conhece enquanto não amanhecer
Sempre falaram de perseverança
Mas enquanto a sorte não lhe ocorrer
Siga em frente, continue a mudança
Até, um dia, aprender
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