Bem me quer?
Bem te quero
Mal me queres
Mal te quero
Quem me quer?
Mal te faço
Mal te espero
Bem tolero
Mal de fé
Corpo espero
Ganho pé
Dou-lhe até
E receber, espero
Má paixão
Bem tolero
Uma moderação
Séria, solidão
Mal tolero
Não tolero, não
Sou mais que mero
Puro coração
O que queres?
Os quereres tu me dás
Se tu me esperes
Te dou amor tenaz
Mal me queres?
Outro bem me quer?
Bem me quer?
Bem quer não
Bem quer solidão
Mal dará seu coração
Bem dará desilusão
Outra flor espero
Nos braços da fé
Será que ela me quer?
Não quer, não
E ela, me quer?
Também não
Dancei com pé
Caí de coração
Terminou ilusão
Mal me quer?
Bem me quer!
Não quer, não
Somos um conjunto de jovens com almas artísticas unidas para distribuir tudo o que pudermos e acrescentar arte e (especialmente) poemas repletos de indagações, reflexões e sentimentos para todos os momentos.
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sexta-feira, 29 de novembro de 2013
domingo, 18 de agosto de 2013
Enlouqueça-se!
Se jogar tudo pro alto te convém
Desafio-te ainda a ir mais além
Vá atrás e se esforce, por mal ou por bem
Para da vida não se tornar um mero refém
Das coisas da vida, estás muito aquém
És preso, de coração, a um outro alguém
Liberte-se deste sentimento que te retém
Passe a enlouquecer-se e viver também
Desafio-te ainda a ir mais além
Vá atrás e se esforce, por mal ou por bem
Para da vida não se tornar um mero refém
Das coisas da vida, estás muito aquém
És preso, de coração, a um outro alguém
Liberte-se deste sentimento que te retém
Passe a enlouquecer-se e viver também
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
Agora
Antes de escutar, fale
Antes de sorrir, olhe
Antes de abrir, coma
Antes de partir, chore
Antes de levar, venha
Antes de saber, peça
Antes de ler, converse
Antes de incendiar, lenha
Antes de descartar, jogue
Antes de puxar, vença
Antes de morrer, ame
Antes de questionar, creia
Antes de escrever, pare
Antes de correr, observe
Antes de escorrer, escorregue
Antes de acabar, amadureça
Antes de sorrir, olhe
Antes de abrir, coma
Antes de partir, chore
Antes de levar, venha
Antes de saber, peça
Antes de ler, converse
Antes de incendiar, lenha
Antes de descartar, jogue
Antes de puxar, vença
Antes de morrer, ame
Antes de questionar, creia
Antes de escrever, pare
Antes de correr, observe
Antes de escorrer, escorregue
Antes de acabar, amadureça
domingo, 21 de julho de 2013
Medo
Passos apressados em meio à escuridão
Sombria, tanto quanto a próxima esquina abandonada.
E nada. Nada mais na rua além dele,
Enquanto foge de seu medo mais terrível.
Frio e arrepios lhe fazem aumentar o ritmo da corrida.
Olha para trás e para os lados.
Apenas rastro de seu medo atrás dele.
Escuta seus passos na noite
E sente a fera aproximar-se.
Uma última olhada para trás o deixa mais louco
Quando percebe que nada há o perseguindo.
Ao apressar seus passos, esbarra com a fera
Que lhe arranca o coração do peito.
Sentindo seu sangue escorrer por seus dedos,
Vê que a fera já partiu com seu coração.
Movido pela loucura, lambe seus dedos, saboreia seu próprio medo,
Alimentando-se assim do que lhe fez mal
E tornando o medo em mais loucura e atitude.
Pode não mais ter um coração,
Mas medo, nunca mais.
Sombria, tanto quanto a próxima esquina abandonada.
E nada. Nada mais na rua além dele,
Enquanto foge de seu medo mais terrível.
Frio e arrepios lhe fazem aumentar o ritmo da corrida.
Olha para trás e para os lados.
Apenas rastro de seu medo atrás dele.
Escuta seus passos na noite
E sente a fera aproximar-se.
Uma última olhada para trás o deixa mais louco
Quando percebe que nada há o perseguindo.
Ao apressar seus passos, esbarra com a fera
Que lhe arranca o coração do peito.
Sentindo seu sangue escorrer por seus dedos,
Vê que a fera já partiu com seu coração.
Movido pela loucura, lambe seus dedos, saboreia seu próprio medo,
Alimentando-se assim do que lhe fez mal
E tornando o medo em mais loucura e atitude.
Pode não mais ter um coração,
Mas medo, nunca mais.
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Na boca
Tem gente que não
tem gente que sim
tem gente que corre
e pede ajuda pra mim
Não é difícil entender
mais difícil é explicar
e você me pede assim
sem ao menos tentar
quer que eu o alimente
sem precisar se esforçar
Pule! Corra! Faça ou morra!
Está na hora de deixar a sua marca
quando se sabe das oportunidades
não se está na frente pelo saber
e não fique a ver
bote a mão e se anuncie
mostre quem você é, sem medo
mostre e faça com seu dedo
digitais que mostram quem fez
e ai você será imortal
ao ver de quem queria
talvez ser um dia
ser assim, bem igual
de quem queria ter
toda essa moral.
tem gente que sim
tem gente que corre
e pede ajuda pra mim
Não é difícil entender
mais difícil é explicar
e você me pede assim
sem ao menos tentar
quer que eu o alimente
sem precisar se esforçar
Pule! Corra! Faça ou morra!
Está na hora de deixar a sua marca
quando se sabe das oportunidades
não se está na frente pelo saber
e não fique a ver
bote a mão e se anuncie
mostre quem você é, sem medo
mostre e faça com seu dedo
digitais que mostram quem fez
e ai você será imortal
ao ver de quem queria
talvez ser um dia
ser assim, bem igual
de quem queria ter
toda essa moral.
quinta-feira, 20 de junho de 2013
Faça História. Tenha Atitude.
Dê ideias
Revolucionárias.
Marque presença
De forma inesperada.
Não fique parado
Se algo não lhe parece bem,
E não espere
A permissão de ninguém.
Diga algo nunca dito!
Faça algo nunca feito!
Deixe sua marca,
Sua assinatura,
Suas digitais.
Revolucionárias.
Marque presença
De forma inesperada.
Não fique parado
Se algo não lhe parece bem,
E não espere
A permissão de ninguém.
Diga algo nunca dito!
Faça algo nunca feito!
Deixe sua marca,
Sua assinatura,
Suas digitais.
quarta-feira, 24 de abril de 2013
O grande julgador e as atitudes moldadoras
Encontrou-se andando numa manhã agitada. Com uma bela harmonia na cabeça, começou a andar tranquilo, sereno e sem paciência pra nada. Pensou estar livre de julgamentos que o fariam sentir queimar suas cicatrizes outra vez.
Viu a carroça de um estranho que nunca vira na vida atolada na lama. O homem se esforçava incessantemente para resolver a situação e nada conseguia. O grande julgador pensou então em ajudá-lo. Olhou de relance e simplesmente decidiu não fazê-lo. Não achava que aquilo ia fazer diferença em sua vida. Continuou andando, indiferente, mirando seu rumo.
Poucos metros adiante, viu um antigo amigo com quem não tinha mais tanto contato vindo em sua direção. Parou em sua frente e o convidou a ajudar. O grande julgador, indisposto, preferiu não se meter na situação. Queria apenas continuar sua trajetória. Seu antigo amigo chamou-o então de "pessoa ruim".
E enquanto tentava prosseguir seu caminho, ouvia ecoar em seus passos e seus pensamentos as palavras proferidas pelo antigo amigo. Sua consciência pesava cada vez mais. Foi aí que, depois de ajudar o estranho da carroça, o antigo amigo voltou e o julgou mais. "As pessoas ruins não são aquelas que matam. São aquelas que veem matarem alguém e não fazem nada", disse o antigo amigo, se retirando da presença do grande julgador.
Sentiu, outra vez, suas feridas lhe dilacerando, lhe abrindo por dentro. Suas cicatrizes queimavam. Sentiu o gosto de seu próprio remédio outra vez. Percebeu que estava em um novo cheque-mate. Dessa vez, perdera o jogo.
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