Somos como casulos,
De uns nasce uma borboleta,
De outros, uma mariposa.
Ambos seres tão belos,
Porém apenas um é admirado.
Muitos apostam no casulo,
Que nele surge a borboleta,
Desprezando a mariposa.
Não mudará o simples fato:
Seremos sempre mariposas.
Quando a mesma é bela,
Chamam borboleta.
Mas que injúria,
A beleza de uma mariposa,
Agora transformada em borboleta.
Somos um conjunto de jovens com almas artísticas unidas para distribuir tudo o que pudermos e acrescentar arte e (especialmente) poemas repletos de indagações, reflexões e sentimentos para todos os momentos.
terça-feira, 5 de novembro de 2013
segunda-feira, 4 de novembro de 2013
Sussuro de amor
E isso soa pelos campos
Rasga os ventos
Passam os tempos
Me deixa em alentos
Abandonado pelos cantos
Rasga os ventos
Passam os tempos
Me deixa em alentos
Abandonado pelos cantos
domingo, 3 de novembro de 2013
Me diz
Me diz o que tu quer
Que se tu quiser, eu te quero
Se tu fugir, eu te tolero
Por ti voltar, eu espero
Vou ser o homem da tua mulher
Que se tu quiser, eu te quero
Se tu fugir, eu te tolero
Por ti voltar, eu espero
Vou ser o homem da tua mulher
Infância
Imagino como seria ser adulto, nada mais fácil do que
poderia ser.
Navego entre as mil maravilhas da minha imaginação.
Falo com meus amigos imaginários e vamos cantar uma canção!
Ânsia de ir à escola para brincar com meus amigos!
Nunca me preocupo com o que vai acontecer amanhã, mas será divertido!
Cadê minha caixa de brinquedos mãe? Já terminei a tarefa!
Indo mundo afora, agora sou um explorador! Posso sair para
brincar?
Antes que a realidade interrompa e me mande parar.
sábado, 2 de novembro de 2013
Surreale-se!
Rosas no asfalto vão iluminar
O que os prédios tanto falam
Sem montanhas, não há mar
Sem gelo, não há o sol
E sem tempo não há água
Eles vão derreter e passar
E eu vou correr de tiros empunhados
Vou dançar uma paixão com a valsa
E ver macacos numa banda
Comer aranhas e gafanhotos
Ou ser apenas um panda...
Sem compromisso para decolar com minhas garras afiadas
E você, junte-se a mim
Com mel de tigre voador, entale-se!
Surreale-se!
O que os prédios tanto falam
Sem montanhas, não há mar
Sem gelo, não há o sol
E sem tempo não há água
Eles vão derreter e passar
E eu vou correr de tiros empunhados
Vou dançar uma paixão com a valsa
E ver macacos numa banda
Comer aranhas e gafanhotos
Ou ser apenas um panda...
Sem compromisso para decolar com minhas garras afiadas
E você, junte-se a mim
Com mel de tigre voador, entale-se!
Surreale-se!
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Roberta
A mais fofa e menos sutil de todas elas
Surpreendentemente, aconselhava muito bem
Mesmo sem aparentar anos de experiência
Na verdade, muito tinha que aprender
E muito aprenderá
Mas nunca vai deixar de meiga ser
E disso, nunca ninguém irá enjoar
Inocente, entrava em situações engraçadas
Arranca risadas de todos com suas declarações escancaradas
Talvez um pouco mais de seleção de palavras...
Não, não
Um pouco mais de atenção
A quem lhe rodeia
Num giro, faz vários rapazes caírem
E, ainda assim, dá as costas sem notar
Se sente carente, abandonada
Nada a ver
Faltou a sua volta olhar
E descobrir que vários deles querem você
Surpreendentemente, aconselhava muito bem
Mesmo sem aparentar anos de experiência
Na verdade, muito tinha que aprender
E muito aprenderá
Mas nunca vai deixar de meiga ser
E disso, nunca ninguém irá enjoar
Inocente, entrava em situações engraçadas
Arranca risadas de todos com suas declarações escancaradas
Talvez um pouco mais de seleção de palavras...
Não, não
Um pouco mais de atenção
A quem lhe rodeia
Num giro, faz vários rapazes caírem
E, ainda assim, dá as costas sem notar
Se sente carente, abandonada
Nada a ver
Faltou a sua volta olhar
E descobrir que vários deles querem você
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