Não negarei o quão gostoso é me sentir contigo
E estar contigo
E cantar contigo
Mas, às vezes, parece que há algo suspeito
Nos encantamos e esquecemos o mundo ao nosso redor
Mas quando entramos na música, há faíscas
Em cada olhar que soltamos um para o outro
E isso é bem perceptível para quem está de fora
Claro. Claro que quando nos olhamos
Fica a dúvida no ar
Não sei se te amo ou te namoro
Mas sei que nossa condição é fora da lei
Nossa farra é livre de maldades
Mas não é nada cheia de paz
Se ao menos nossos corpos pudessem alcançá-la...
A confusão que empurra é a mesma que confunde
E a solidão não me consola
Me faz clamar
E só saber que nunca soube de nada
A não ser o fato de que quero você
Mesmo sem ninguém podendo saber
Mas acho que teremos que deixar pra depois
Desse jeito, vão saber de nós dois
Somos um conjunto de jovens com almas artísticas unidas para distribuir tudo o que pudermos e acrescentar arte e (especialmente) poemas repletos de indagações, reflexões e sentimentos para todos os momentos.
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segunda-feira, 30 de setembro de 2013
domingo, 31 de março de 2013
Relatividade
Exatamente? Oras, não sei!
Como assim não sabe?
Não sei, e prefiro não saber. Que mentira doce essa então que me traz tanta felicidade.
Antes uma falsa de mel, que uma verdade amarga.
Se me fosse necessária tanta solidez, cultivaria pedras e não amores.
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