E passa a hora, e passa o tempo,
Mas só você não percebeu.
Fiquei de mãos abanando,
Procurando o amor que prometeu.
Esperançoso, corro atrás,
Grito minhas palavras pro vento levar
E chegar a ti.
Mas estás partindo pra longe,
Pro alto da serra, onde faz frio,
Só pra se esquentar nos braços de outro.
Ah, quem dera tudo fosse diferente.
Que o amor encontrasse com a gente
Na esquina da Caxangá
Ou mesmo em qualquer outro lugar.
És substancialmente um drunfo
Com teu molejo que me paralisa.
Mas vou lutar e chegar ao Triunfo
Pra tu ser a minha Mona Lisa.
Somos um conjunto de jovens com almas artísticas unidas para distribuir tudo o que pudermos e acrescentar arte e (especialmente) poemas repletos de indagações, reflexões e sentimentos para todos os momentos.
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quinta-feira, 1 de agosto de 2013
domingo, 28 de julho de 2013
Memórias de uma vida
A nossa intenção não era bem essa.
Ninguém imaginaria uma combinação de nós dois.
Parecíamos de realidades completamente distintas
E mentalidade divergente em vários pontos.
Mas acontece que aconteceu.
Os sentimentos chegaram num apogeu
E tudo passou a ser inevitável.
Inexperientes, não sabíamos o que fazer.
Certamente começamos de má forma.
Eu ia levando, deixando o tempo passar
E tu me acompanhavas,
Junto,
Lado a lado.
Mas tu cansaste de se deixar levar
E decidiste que não era mais hora pra isso.
O apogeu veio seguido de declínio pra ti
E tu deixaste sucumbir.
Mas quem realmente acabou destruído, fui eu
Que, inocente, fiquei desnorteado.
Conversa vai, conversa vem por aí
E tu decidiste dar uma chance ao futuro que já havia se apagado.
Pior ainda.
Me iludiste friamente.
Me fizeste acumular esperanças.
E aí, quase que calculadamente,
Como uma flecha,
Disparasse contra meu coração bobo,
E eu, me sentindo do homem o próprio lobo,
Sofri e chorei que só a muléstia!
Ninguém imaginaria uma combinação de nós dois.
Parecíamos de realidades completamente distintas
E mentalidade divergente em vários pontos.
Mas acontece que aconteceu.
Os sentimentos chegaram num apogeu
E tudo passou a ser inevitável.
Inexperientes, não sabíamos o que fazer.
Certamente começamos de má forma.
Eu ia levando, deixando o tempo passar
E tu me acompanhavas,
Junto,
Lado a lado.
Mas tu cansaste de se deixar levar
E decidiste que não era mais hora pra isso.
O apogeu veio seguido de declínio pra ti
E tu deixaste sucumbir.
Mas quem realmente acabou destruído, fui eu
Que, inocente, fiquei desnorteado.
Conversa vai, conversa vem por aí
E tu decidiste dar uma chance ao futuro que já havia se apagado.
Pior ainda.
Me iludiste friamente.
Me fizeste acumular esperanças.
E aí, quase que calculadamente,
Como uma flecha,
Disparasse contra meu coração bobo,
E eu, me sentindo do homem o próprio lobo,
Sofri e chorei que só a muléstia!
domingo, 23 de junho de 2013
Que mania dos artistas!
QUE MANIA DOS ARTISTAS!
Mania de pintarem seus quadros e não nos deixarem sentir a tinta;
de fazerem suas esculturas e não nos deixarem tocar suas curvas;
de fazerem suas musicas e não nos deixarem ser as notas.
de proporcionarem uma ilusão tão bem iludida e depois arrancarem de forma
tão adoravelmente bruta,
e nos deixam só,
e miseravelmente desiludidos,
e viciados num mundo irreal das emoções,
e...
Mania de pintarem seus quadros e não nos deixarem sentir a tinta;
de fazerem suas esculturas e não nos deixarem tocar suas curvas;
de fazerem suas musicas e não nos deixarem ser as notas.
de proporcionarem uma ilusão tão bem iludida e depois arrancarem de forma
tão adoravelmente bruta,
e nos deixam só,
e miseravelmente desiludidos,
e viciados num mundo irreal das emoções,
e...
domingo, 9 de junho de 2013
O abismo do lago do amor
Quando tu chegasse, já era tarde
Eu tava mergulhado no lago do amor
Me afogando
Por livre e espontânea vontade
Nessa idade da vida, é normal
Erra-se todo dia
E já que eu não conseguia mais
Me livrar dos teus hábitos sufocantes
Essa foi a melhor escolha que eu já não tomei
E tomei
Já tava mergulhado de cabeça
E tu se iludindo, achando que ia me tirar
Com tuas mãos me esgoelando duramente
E eu disse "Basta!"
E chegamos onde estamos
Tu, desiludida, ficasse de mão abanando
E eu, estou prestes e pronto pra morrer
Me joguei de cabeça e te deixei aí só
Eu tava mergulhado no lago do amor
Me afogando
Por livre e espontânea vontade
Nessa idade da vida, é normal
Erra-se todo dia
E já que eu não conseguia mais
Me livrar dos teus hábitos sufocantes
Essa foi a melhor escolha que eu já não tomei
E tomei
Já tava mergulhado de cabeça
E tu se iludindo, achando que ia me tirar
Com tuas mãos me esgoelando duramente
E eu disse "Basta!"
E chegamos onde estamos
Tu, desiludida, ficasse de mão abanando
E eu, estou prestes e pronto pra morrer
Me joguei de cabeça e te deixei aí só
sexta-feira, 26 de abril de 2013
Perdido
Achas confuso se te encontras em estranhos, mas não percebes que, à frente do espelho, és um estranho a si mesmo.
quinta-feira, 18 de abril de 2013
Meu Ébrio
Vazio, ébrio,
Um ser ex-apaixonado,
Exilado do éden,
Acompanhado por abantesmas,
Fantasmas do passado,
Prístinos.
Lembrança edaz,
Que me deixa vesano,
Completamente insano,
Primícias de uma relação,
Vício dominador
Esse sentimento dúbio,
Que é o amor.
Me abastada,
Me torna crédulo,
Sobre tudo me dito
E me leva por uma senda,
Caminho estreito e sem saída.
Mas quando tamanho sentimento
Chega em seu limite,
Alcança um estado de sensaboria.
Eu o deixo extinguir com proeminência
E atinjo meu vazio,
Meu ébrio
Novamente.
Ass: Viajante Celeste e Lisianthus Noturno
Um ser ex-apaixonado,
Exilado do éden,
Acompanhado por abantesmas,
Fantasmas do passado,
Prístinos.
Lembrança edaz,
Que me deixa vesano,
Completamente insano,
Primícias de uma relação,
Vício dominador
Esse sentimento dúbio,
Que é o amor.
Me abastada,
Me torna crédulo,
Sobre tudo me dito
E me leva por uma senda,
Caminho estreito e sem saída.
Mas quando tamanho sentimento
Chega em seu limite,
Alcança um estado de sensaboria.
Eu o deixo extinguir com proeminência
E atinjo meu vazio,
Meu ébrio
Novamente.
Ass: Viajante Celeste e Lisianthus Noturno
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