Há 500 anos, quem é feliz é o porco que rouba
Já vi noticiado, escrito e até por quem trova
A corrupção e a roubalheira do país
Que deixa quem é rico mais rico e quem é pobre, mais infeliz
Já faz tempo que vê-se isso em nossos traços
Já disse Tomás Antônio Gonzaga, já disse Gregório de Matos
O brasileiro gosta é de fazer vista grossa
Finge que é tudo um mar de rosas
Dá pena de toda essa passividade
Que é facilmente aproveitada por quem vive de ruindade
Mas é culpa mesmo dessa população lerda
Passam séculos e séculos e só vivem na merda
Somos um conjunto de jovens com almas artísticas unidas para distribuir tudo o que pudermos e acrescentar arte e (especialmente) poemas repletos de indagações, reflexões e sentimentos para todos os momentos.
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quarta-feira, 4 de setembro de 2013
terça-feira, 13 de agosto de 2013
Corrupto
Eu teria um milhão de razões
Mas prefiro um milhão no bolso
Quem não tem, pra roubar, colhões
Que se contente comendo osso
Se recebo, não invisto
Guardo tudo pra gastar
Com minha família e meus bichos
E com o luxo do meu lar
De surpreso, nunca sou pego
Ninguém vai desconfiar
Se me acusam, eu tudo nego
Se me cassar, vou renunciar
Nasci pra ter privilégios
E dos outros me aproveitar
Meu nome é corrupto
Vim aqui te roubar
Mas prefiro um milhão no bolso
Quem não tem, pra roubar, colhões
Que se contente comendo osso
Se recebo, não invisto
Guardo tudo pra gastar
Com minha família e meus bichos
E com o luxo do meu lar
De surpreso, nunca sou pego
Ninguém vai desconfiar
Se me acusam, eu tudo nego
Se me cassar, vou renunciar
Nasci pra ter privilégios
E dos outros me aproveitar
Meu nome é corrupto
Vim aqui te roubar
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