O amor é um livro
Eu sei por todo o clímax que dá
Quando você pensa que hoje vai encontrar
Quem dá ao seu viver, motivo
Eu sei pela imaginação que tem
E pela atmosfera que retém
Pelos personagens que lhe prendem
E pelas coisas que todos aprendem
Quando o amor chega no fim
E quando a gente supera
E se abre de novo a primavera
E o livro recomeça, enfim
Somos um conjunto de jovens com almas artísticas unidas para distribuir tudo o que pudermos e acrescentar arte e (especialmente) poemas repletos de indagações, reflexões e sentimentos para todos os momentos.
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sábado, 30 de novembro de 2013
terça-feira, 4 de junho de 2013
Livro aberto
Me faça falar
Me tire do rancor
Chegue mais perto
Me abra, por favor
Minha vida é um livro
Aberto pra você
Se não te interesso
Ninguém mais vai querer ler
Não sou assim
Difícil de decifrar
Pare um momento
E começo a te exlicar
Na verdade
Preciso nem me mexer
Nem te explicar qualquer coisa
Sei que tu podes me entender
Deixa eu te dizer
O que guardo no peito
Pra liberar pro mundo
As indagações desse sujeito
Deixa eu te dizer
O que eu só ouço falar
Te contar histórias
Sobre o amor e o amar
Que fique claro
Não sei o que quero
Não sei onde estou
Só sei que tolero
Não me considero
Sujeito de sorte
Em matéria de amor
Nunca fui candidato forte
Em atividade alguma
Eu fui ou sou ótimo
Não queria que me encaixassem
Em qualquer esteriótipo
As amizades que tenho
Não sei preservar
Mas de amores estou farto
De tanto sonhar
Não me deixo ser feliz
Nem que seja por um lado
Tenho mania louca
De me sentir abandonado
Queria, nas artes
Ser mais ativo
E pra todo poema
Bem mais criativo
Cheguei no final
Mas não acaba assim
Por que o livro da minha vida
Não tem começo e tá longe do fim
Me tire do rancor
Chegue mais perto
Me abra, por favor
Minha vida é um livro
Aberto pra você
Se não te interesso
Ninguém mais vai querer ler
Não sou assim
Difícil de decifrar
Pare um momento
E começo a te exlicar
Na verdade
Preciso nem me mexer
Nem te explicar qualquer coisa
Sei que tu podes me entender
Deixa eu te dizer
O que guardo no peito
Pra liberar pro mundo
As indagações desse sujeito
Deixa eu te dizer
O que eu só ouço falar
Te contar histórias
Sobre o amor e o amar
Que fique claro
Não sei o que quero
Não sei onde estou
Só sei que tolero
Não me considero
Sujeito de sorte
Em matéria de amor
Nunca fui candidato forte
Em atividade alguma
Eu fui ou sou ótimo
Não queria que me encaixassem
Em qualquer esteriótipo
As amizades que tenho
Não sei preservar
Mas de amores estou farto
De tanto sonhar
Não me deixo ser feliz
Nem que seja por um lado
Tenho mania louca
De me sentir abandonado
Queria, nas artes
Ser mais ativo
E pra todo poema
Bem mais criativo
Cheguei no final
Mas não acaba assim
Por que o livro da minha vida
Não tem começo e tá longe do fim
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