Pois seja muito bem vindo meu digníssimo.
bem vindo assim como a primavera
afirmo-lhe ,então, que dessa me regojizo
muito menos do que em tuas mãos.
vem.
mas vem de verdade.
com teus lamurios e desencantos.
que dessa alma tão encouraçada é onde derramo meus prantos.
Somos um conjunto de jovens com almas artísticas unidas para distribuir tudo o que pudermos e acrescentar arte e (especialmente) poemas repletos de indagações, reflexões e sentimentos para todos os momentos.
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terça-feira, 1 de outubro de 2013
terça-feira, 23 de abril de 2013
Por um abraço dele, eu espero
Mãos que me impedem de ver.
Será ele?
Braços que me abraçam
Com força...
Força demais!
Não, não é ele,
Pois não há abraço como o dele.
Mas ele não me abraça mais,
Não me toca,
Ou se aproxima.
Só que ainda tenho esperança.
Espero aquelas mãos brincalhonas,
E aqueles braços abertos
Prontos para um abraço.
Será ele?
Braços que me abraçam
Com força...
Força demais!
Não, não é ele,
Pois não há abraço como o dele.
Mas ele não me abraça mais,
Não me toca,
Ou se aproxima.
Só que ainda tenho esperança.
Espero aquelas mãos brincalhonas,
E aqueles braços abertos
Prontos para um abraço.
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