Pai, perdoe-me se me desviei
Penalize-me, eu errei
Se na vida eu disse muitos "sim"
Forgive me, father. Forgive my sins
Já estou condenado e tomei nota disso
Não tive com sua palavra, nenhum compromisso
E continuo errante em minha jornada
Me satisfazendo e me concentrando em coisas variadas
Sem entender o sentido real da vida
Sigo caminho como uma alma completamente dividida
Pai, eu não entendo
Eles não entendem
Eles não veem como eu
É complicado me sentir acéfalo, retardado
Eu queria ter te conhecido a uma semana atrás
Eu queria descobrir a tua vida, saber o que tu faz
Mesmo após experiências desafortunadas
Você poderia ser meu pai, meu guia
E meu amigo, e meu herói também
Eu quero conversar pra me jogar
Eu quero um sentido
Me ensine! Me ensine!
Pois sou homem e apenas isso
O mestre aqui é tu
O maestro de todos
Mas não sou bom regente
Tenho que estar paciente
Depender da tua fermata
Não chego ao justo em todos os graus
Sou tua criatura, um animal
Fácil de domar, apenas leigo
Tu és meu poema que nunca acabarei
És meu amor que nunca conhecerei
A busca que não finalizarei
E o sentido que sempre procurarei
Somos um conjunto de jovens com almas artísticas unidas para distribuir tudo o que pudermos e acrescentar arte e (especialmente) poemas repletos de indagações, reflexões e sentimentos para todos os momentos.
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domingo, 17 de novembro de 2013
sábado, 29 de junho de 2013
Fotografe-se!
O dourado sai do céu bunito,
O home olha logo pro infinito.
Tu num sabe o qui vai acontecê.
Parece qui deus vai tentar falar cum você
Quando a nuvem bunita fica douradinha,
Por trás do prédio véio
E dos postes e das linha.
O céu branco e bunitinho
Vem si aproximando divagar,
Ti deixa doidin qui tu começa logo a pensar:
"Eita! Eu queria era tar lá!
Numa nuvem dessa navegar.
Cuma moça bonita aproveitar
O presente qui pra todos deus dá,
Viver no paraíso até o mundo acabá"
Quiria tu qui fosse assim.
Falo nem de deus, qui sei qui ele num é ruim,
Mas pra ir pra lá tem qui merecê.
Escute e olhe direitin ele falá cum você.
E si ele mostra todo dia um céu bunitin assim,
Tira uma foto.
Guarda aí na memória.
Qui assim, tu dá é felicidade
Pra deus, pra você e pra mim.
O home olha logo pro infinito.
Tu num sabe o qui vai acontecê.
Parece qui deus vai tentar falar cum você
Quando a nuvem bunita fica douradinha,
Por trás do prédio véio
E dos postes e das linha.
O céu branco e bunitinho
Vem si aproximando divagar,
Ti deixa doidin qui tu começa logo a pensar:
"Eita! Eu queria era tar lá!
Numa nuvem dessa navegar.
Cuma moça bonita aproveitar
O presente qui pra todos deus dá,
Viver no paraíso até o mundo acabá"
Quiria tu qui fosse assim.
Falo nem de deus, qui sei qui ele num é ruim,
Mas pra ir pra lá tem qui merecê.
Escute e olhe direitin ele falá cum você.
E si ele mostra todo dia um céu bunitin assim,
Tira uma foto.
Guarda aí na memória.
Qui assim, tu dá é felicidade
Pra deus, pra você e pra mim.
sábado, 30 de março de 2013
Dualismo
Muito desapontado pra continuar.
Muito preocupado pra se deixar levar.
E agora?
Minha cabeça explode enquanto passa a hora.
Seja você e estará errado.
Seja influenciado e manipulado e estará errado.
O seu jeito está errado, mas não fazer do seu jeito também está.
Fazer está errado, assim como não fazer.
Se fico, se vou, estou errado.
Estou errado.
Sou errado.
Sou um mero pecador.
Inútil, insignificante, egoísta e errante.
E estou errado.
Por que, Deus? Por que errado estou?
Se fiquei, se fui, se sou, não sei pra onde vou.
Sei nada dessa vida e as verdades me balançam.
As verdades que não sei se são verdadeiras...
Com tantas versões, como vou saber se estou indo pro lado correto?
Com tantos acreditando em coisas diversas, como saber o que fazer?
Se por estar perdido não serei salvo, tudo bem.
Sei que mereço.
Estranho seria dizer que te amo e que estou pedindo seu perdão e misericórdia se nem direito te conheço.
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