domingo, 22 de setembro de 2013

Uma madrugada

Gosto de olhar a janela.
Observar a lua.
Imaginar quantas pessoas estão dormindo
E quantas estão acordadas.

Descrevo os meus pensamentos
Através de poemas e desenhos.
Namorando as estrelas,
Ouço o vento soprar
Discreto como um felino,
Mas barulhento aos ouvidos.

Quando a inspiração não está ao meu lado,
Lembranças indesejáveis vem à tona,
Ideias suicidas
E o cansaço de muita coisa.

Por que pensar assim se posso transformar?
Meu medo do desconhecido me corrói.

Então para o fim do doce anoitecer,
Vou fugir mais uma vez para aquelas nuvens dispersas
E navegar no maravilhoso sonhar que é adormecer.