terça-feira, 23 de abril de 2013

Por um abraço dele, eu espero

Mãos que me impedem de ver.
Será ele?
Braços que me abraçam
Com força...

Força demais!
Não, não é ele,
Pois não há abraço como o dele.

Mas ele não me abraça mais,
Não me toca,
Ou se aproxima.

Só que ainda tenho esperança.
Espero aquelas mãos brincalhonas,
E aqueles braços abertos
Prontos para um abraço.